Como evitar o vazamento de dados de seus clientes?

Devido aos avanços da tecnologia e dos sistemas de comunicação, a Segurança da Informação nas empresas deixou de ser apenas um adicional e se tornou essencial no mundo dos negócios.

Hoje, a empresa que manter os seus dados, os dados dos clientes e de todos os stakeholders em ambientes seguros cria um diferencial competitivo que as mantém muito à frente da concorrência.

E se a empresa tiver uma Política de Segurança da Informação em vigência, prever e corrigir as falhas antes que elas ocorram além de se manter atualizada com as últimas tecnologias para manter esse ambiente seguro, esse diferencial competitivo aumenta ainda mais e ela passa a ser uma referência de mercado: os clientes ou interessados no negócio que buscam a segurança da informação como um diferencial para fechar negócios obviamente escolherá a empresa que mais se aproximar da satisfação das necessidades que buscam.

Mesmo que o cenário seja otimista, a segurança da informação não é, em sua totalidade, segura.

No mesmo ritmo que surgem novas tecnologias, sistemas e criptografias para que a informação fique longe de mãos erradas, também surgem novas ameaças de segurança da informação e vulnerabilidades que podem causar prejuízos gigantescos para pessoas e negócios, deixando a imagem da empresa afetada e com isso, a empresa começa a perder clientes e participação no marketshare que explora.

O vazamento de dados de clientes das empresas é um problema que toda empresa está suscetível, e enfrentar este tipo de acontecimento não é uma tarefa fácil. Temos o caso da Sony em 2011 como exemplo, que foram vazados cerca de 77 milhões de dados de clientes ativos que utilizavam o serviço Playstation Network (PSN).

Além da Sony ter que suspender um de seus serviços mais famosos para apurar o caso, teve sua imagem prejudicada, perdeu a grande parte de seus clientes e ainda foi alvo de ações judiciais movidas pelos clientes que se sentiram prejudicados. A estimativa de prejuízos financeiros da Sony por conta deste vazamento ficou em cerca de US$2 bilhões. Esse vazamento de dados foi considerado o 5º maior do mundo.

Um caso mais recente foi de uma empresa de callcenter filiada a Claro que teve o vazamento de 9,5 milhões de áudio de ligações a clientes gravadas para o oferecimento de serviços. Nestes áudios que datavam seu início em 2013, os clientes davam acesso ao CPF e RG aos atendentes para a contratação e manutenção de serviços.

Mesmo que a empresa de callcenter seja uma terceirizada e responsável pelo vazamento de dados, foi a Claro que teve sua imagem prejudicada por não averiguar o nível de segurança da informação das empresas que prestam serviços em nome dela, e obviamente, para reparar esse prejuízo, a Claro também teve uma perca financeira grande que aumentou ainda mais a crise financeira que atualmente se encontra em R$431,7 milhões.

Podemos perceber que nestes dois casos, as empresas não estão totalmente preparadas para enfrentar problemas em vazamentos de dados, justamente porque isso é um fator surpresa na qual a veracidade e a proporção dos vazamentos demoram consideravelmente para serem apuradas e com isso as tomadas de decisões ficam difíceis de serem definidas.

Mas o que fazer para reduzir ao máximo esta ameaça?

Mesmo que o perigo de vazamentos de dados se torne algo sem precedentes, e claro, de difícil correção, podemos diminuir o risco deste acontecimento de diversas maneiras.

Manter os dados e cópias de segurança em locais seguros, dando preferência a serviços de Cloud Computing ajudam bastante, mas não são suficientes.

É necessário também um controle de acesso eficaz, nas quais as informações críticas fiquem a dispor apenas dos interessados; senhas fortes para aumentar o nível de segurança destes acessos; evitar que terceiros ou desconhecidos utilizem dispositivos que dão acesso às informações críticas de negócios, tomar cuidados com dispositivos móveis e restringir o uso de pendrives para que não haja riscos de infecção e/ou cópia indevida de dados importantes, e o mais importante: ter uma Política de Segurança da Informação a ser seguida e que seja acessível à todos os colaboradores e interessados nos negócios.

Como podemos ver, a Segurança da Informação é um fator chave para manter uma organização com diferenciais competitivos que garantam a concorrência e preferência dos clientes. Então, se faz necessário que as empresas se atualizem e mantenham o nível de segurança da informação em todos os seus âmbitos.

Mesmo que não exista uma segurança da informação considerada inabalável, a prevenção para que os sistemas e informações fiquem distantes deste tipo de ameaça é o melhor caminho para manter a imagem da organização sempre positiva para os clientes.

 

vulnerabilidade de segurança da informação

Como a vulnerabilidade de segurança da informação impacta a imagem da sua empresa?

Dados são os maiores patrimônios de muitas empresas, e minimizar a vulnerabilidade de Segurança da Informação não é uma tarefa simples como se imagina.

Para se obter um nível aceitável de segurança, não basta reunir um conjunto de ferramentas de software e implementá-las. Os resultados tornam-se mais eficazes quando sua utilização está dentro do Plano de Segurança e da Política de Segurança da Informação elaborado em conjunto com todos os níveis hierárquicos da organização. Desta forma torna-se mais fácil tornar dados críticos para o negócio seguros e reduzir o nível de vulnerabilidade de segurança da informação.

É sabido que isso não assegura 100% de proteção contra todas as ameaças – que a cada dia estão se tornando mais difíceis de detectar e solucionar – mas a definição das expectativas da Organização, com relação ao comportamento e os procedimentos necessários no manuseio de seus bens e ativos, deverá estar mais do que nunca enraizados na cultura da empresa, pois a segurança não é só uma questão técnica, mas sim de política e educação corporativa.

Atualmente, com os avanços tecnológicos, muitas empresas levam a segurança da informação bem a sério, a ponto de ter uma estratégia de negócios voltada para este determinado fim, e apresentando como um diferencial competitivo que as mantém a frente da concorrência. Mas além disso, elas prezam pela segurança da informação para evitar os impactos causados pelas vulnerabilidades que surgem constantemente, e alguns impactos, mesmo que sejam minimizados, não podem ser controlados.

Quando ocorre uma ameaça a vulnerabilidade e o vazamento dos dados é algo inevitável, a empresa, se tiver um plano de ação permeado em sua Política de Segurança da Informação, apurará os fatos numa análise minuciosa, e conseguirá identificar e resolver a causa-raiz desse vazamento de dados.

Além disso, fará parte do plano a comunicação por meio de notas sobre o caso e alerta aos clientes, usuários e demais stakeholders afetados. Esses aspectos tangíveis são, de fato, mensuráveis para a empresa, que poderá e/ou deverá tomar medidas de detecção, de correção e de prevenção para que mais falhas como essa não ocorram novamente.

Mas, e os impactos pós-vulnerabilidade de segurança da informação?

Mesmo que a empresa tenha um plano de ação estruturado para estas eventualidades, os impactos são sentidos à médio e longo prazo. A imagem da empresa, acaba sendo prejudicada perante seus clientes e stakeholders, tornando-se um referencial negativo por conta do acontecimento. A indisponibilidade de algum serviço por conta da correção da vulnerabilidade que foi detectada, por exemplo, pode gerar uma perca de clientes e interessados no negócio, provocando a migração para empresas concorrentes e que ofereçam produtos ou serviços substitutos, impactado sua participação no mercado de seu setor.

Além disso, o mercado acaba se tornando um pouco mais inacessível para a empresa, afinal, os clientes em suas tomadas de decisão, se levarem em conta o diferencial da segurança da informação para fechar negócio, com certeza optarão por uma empresa que cuide melhor de suas informações e que não tenham históricos de vazamentos ou problemas com os dados críticos de negócio. Neste caso, a perca da confiabilidade do cliente acaba impactando diretamente a questão financeira do negócio, que terá que desenvolver uma estratégia de contenção, retenção e captação de clientes.

Estes aspectos são intangíveis para a empresa e infelizmente, não há como controlar a migração de clientes para a concorrência por conta da imagem prejudicada pelo vazamento de dados, e nem evitar que a organização acabe se tornando um referencial negativo no mercado, restando apenas aplicar melhorias na segurança da informação e rever as políticas vigentes em busca de melhorias.

O foco da segurança da informação, atualmente, está nas pessoas. As Políticas de Segurança da Informação passaram a ser mais acessíveis para os mais diversos níveis hierárquicos e aos stakeholders, a fim de que tenha melhor aderência e consiga minimizar a vulnerabilidade de segurança da informação e incidentes causados por falhas humanas.

Empresas estão investindo numa educação corporativa abrangente, na qual todos os colaboradores se conscientizem dessa necessidade e que o cumprimento dessa política traz retornos positivos para a imagem da empresa e ao colaborador, incorporando à cultura empresarial vigente.

E não somente isso, as empresas estão investindo em sistemas com melhores criptografias, melhores controles de acesso, adotando práticas novas como o BYOD (Bring Your Own Device – “traga seu próprio dispositivo” em inglês, onde o usuário utiliza seu dispositivo pessoal em ambiente corporativo e controlando o nível de acesso às informações por hierarquia), direcionando assim, a informação apenas ao público específico interessado e autorizado a ter a mesma.

Podemos perceber que a segurança da informação deixou de ser apenas um opcional e se tornou algo indispensável para as empresas e até diferencial competitivo, pois impacta diretamente sua relação com os clientes e com o mercado em geral, merecendo uma atenção adicional para que os seus dados e informações críticas de negócio permaneçam seguros e longe de mãos erradas.


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Segurança da Informação

Segurança da Informação – Invista e garanta a satisfação dos seus clientes

Neste cenário constante de evolução tecnológica dos meios de comunicação e informações, é impossível imaginar uma empresa que não utilize nenhum sistema de informação a fim de facilitar as tomadas de decisão, realizar planejamentos futuros e integrar os diversos interessados em seus negócios.

Mas será que pensam também sobre a Segurança da Informação?

Na mesma medida, são desenvolvidos novos meios e maneiras de compartilhar e armazenar dados, o que nos mostra a importância da criação e conscientização de uma cultura que valorize a utilização de mecanismos de segurança da informação, de armazenamento e compartilhamento de informações que satisfaçam as necessidades, e claro, sejam confiáveis e completos para a vitalidade, sobrevivência e competitividade da empresa.

A aplicabilidade deste cenário corporativo otimista ocorre em meios teóricos, mas é na prática? Infelizmente, podemos ver que muitas empresas falham em garantir a segurança de suas informações e a de seus interessados. De fato, algumas empresas pararam no tempo, e que acreditem que a segurança da informação é algo físico, que tenha a ver com uma fácil proteção e manuseio como costumava ser antes do estouro da Internet e o surgimento do Cloud Computing.

Com o fácil acesso da Internet e todos os seus recursos, é verdadeiro afirmar que cada vez mais as empresas estão expostas a ação de crackers, ameaças de vulnerabilidades e softwares potencialmente maliciosos.

E se continuarmos a pensar nos riscos verdadeiros em que as informações críticas de negócios e sua circulação estão expostas com todo esse avanço, concluímos que não há como garantir que a segurança dos dados de uma empresa será totalmente eficaz em relação aos perigos cibernéticos, já que, além destes problemas em segurança da informação, podem ocorrer fenômenos naturais ou frutos de fatalidades que podem prejudicar severamente todo um sistema integrado e comprometer os negócios.

Um exemplo que podemos citar é o caso da Sony, que sofreu um vazamento de informações depois de um ataque cibernético comandado por crackers.

Mais de 100TB de dados foram vazados, contendo registros criminais dos empregados da empresa, negociações de salários, prescrições médicas sobre a aposentadoria de funcionários, planilhas contendo os registros salariais dos 6,8 mil colaboradores, além de uma extensa gama de documentos contendo o “modus operandi” da Sony Pictures no mercado em que atua e também dados de clientes, como contas, cadastros, senhas, e-mail de contatos assim como outros diversos documentos pessoais.

E isso é apenas a ponta do iceberg: essa falha manchou a imagem da empresa perante o mercado internacional, aos stakeholders e claro, aos clientes. Muitos, às pressas, tiveram que alterar suas senhas ou cancelar seus serviços contratados para não serem prejudicados, causando mais transtornos para quem tinha plena convicção de que a empresa tinha os seus dados protegidos e que com certeza não voltariam a fazer negócios ou usufruir dos serviços oferecidos pela companhia.

Os impactos negativos pós-ataque nos negócios da Sony também foram notáveis financeiramente: de acordo com analistas consultados pelo The Hollywood Reporter, a Sony Pictures teve um prejuízo estimado de cerca de US$ 200 milhões em decorrência dos ataques cibernéticos que comprometeram toda a rede da empresa.

Isso é resultante da indisponibilidade dos serviços – que ficaram suspensos até a apuração dos acontecimentos e fatores que possibilitaram o ataque cibernético –, perca massiva de clientes, acionistas, investidores e stakeholders.

E não somente empresas, organizações governamentais como a CIA, FBI e até a NASA já tiveram suas informações acessadas e vazadas por pessoas más intencionadas e, como também não podemos deixar de citar, o Governo brasileiro também já foi alvo de ataques cibernéticos que paralisaram alguns serviços por longos períodos de horas.

Atualmente, as empresas que investem na segurança da informação de seus dados e também de seus clientes abrem uma larga vantagem em relação aos seus concorrentes de mercado. Devido as brechas de segurança que são descobertas e as oportunidades de novas ameaças surgirem, a empresa que melhor se prepara e volta sua estratégia de negócios para a segurança da informação agrega valor ao produto ou serviço que é oferecido.

A partir disto, são criados diferenciais competitivos nas quais os clientes não deixam de aproveitar, pois se sentem seguros em realizar um negócio, estabelecendo uma relação de confiança para a troca de informações com um sistema integrado seguro e assim, satisfazendo uma necessidade que poucas empresas garantem com eficácia neste cenário improvável de segurança.

O melhor caminho é reduzir ao máximo todo e qualquer risco à segurança da informação, com a finalidade de manter a integridade e a disponibilidade dos sistemas da organização.

E para isso, é preciso atenção para pontos que farão a diferença no longo prazo, como uma análise de riscos bem formulada, planos de contingência e a definição das políticas de segurança de maneira acessível a todos.

Porém, é importante que os gestores das empresas tenham consciência de que todo método ou aplicação colocado em prática dentro de uma empresa encontra seu nível mais alto de resistência nos próprios colaboradores. Nem sempre de forma direta, essa resistência acaba se impondo porque quaisquer que sejam as soluções técnicas adotadas, elas não terão abrangência total em relação aos colaboradores envolvidos.

O foco da Segurança da Informação atualmente está nas pessoas, pois a maioria das falhas de segurança da informação em uma empresa decorrem do descuido dos colaboradores, sejam com senhas fracas ou sua não-aderência da política de segurança da informação vigente.

As pessoas são suscetíveis a erros, e sua fiscalização é muito mais complicada do que qualquer máquina ou software usado. Desse modo, todos os conceitos ligados à segurança devem ser compreendidos e seguidos por todos, sem distinções de cargos e níveis hierárquicos.

Entre outras várias medidas possíveis e desejáveis, o importante é pensar seriamente sobre o tema, se possível contando com o apoio de uma empresa ou um profissional especializado em segurança da informação.  O risco é real e a implantação de medidas para evitar esses incidentes certamente supera o custo do prejuízo que pode ocorrer se nada for feito.

Para proteger corretamente os dados e informações de uma empresa, é extremamente recomendado contratar empresas especialistas no ramo. Procurar ferramentas gratuitas e seguir dicas genéricas não garantem a segurança que as empresas atualmente necessitam: as empresas têm particularidades entre si que precisam ser analisadas com cautela para que a proteção dos seus dados tenha eficácia e sua gestão seja eficiente.

O que a sua empresa faz para garantir a Segurança da Informação? Quais são as práticas adotadas e compartilhadas com os colaboradores para prevenir incidentes que podem causar prejuízos ao negócio? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe conosco suas ideias e sugestões!

Segurança da Informação

Prevenção, Detecção e correção – A segurança da Informação se começa pelo básico

Estamos vivendo uma era onde a tecnologia ganhou espaços nunca antes conquistados. Cada vez mais estamos dependentes da Tecnologia da Informação: smartphones com funcionalidades que melhoram a cada versão de lançamento, computadores mais leves e com melhor capacidade de processamento, dados e informações que trafegam de qualquer parte do mundo para nossas telas, bancos de dados enormes processando grandes quantidades de informações em tempo recorde e muitas outras funcionalidades envolvidas, com o objetivo que pode ser resumido simplesmente em uma palavra: comodidade. Essas novas tecnologias tem o intuito de aproximar a satisfação de nossas necessidades, facilitar o que estiver ao nosso alcance e dar soluções práticas e rápidas para nossos “desafios diários”, como organização, controle financeiro, estilo de vida saudável e lazer.

E isso ocorre apenas para nossa satisfação pessoal? De maneira alguma! A Tecnologia da Informação também facilita nossa vida empresarial, seja com o desenvolvimento de aplicações com interface intuitiva para um usuário leigo, ferramentas de uso comum para desenvolver tarefas pertinentes, até as facilidades de um sistema integrado que ligam fornecedores, clientes, colaboradores, filiais e todos os stakeholders envolvidos este processo de negócio.

Aliada a este desenvolvimento tecnológico, a Segurança da Informação também dá a sustentação que qualquer organização precisa. Ela é voltada especialmente para proteger os dados e informações críticas do negócio, dando acesso apenas às pessoas autorizadas e, atualmente, se antecipando das vulnerabilidades e outras tantas diversas ameaças de segurança da informação, aplicando correções e fornecendo soluções otimizadas para manter o controle destes dados.

Infelizmente, as ameaças cibernéticas têm crescido de uma maneira proporcional aos avanços tecnológicos. Os Crackers têm desenvolvido programas, códigos maliciosos, sistemas de intrusão e phishing a fim de obter acesso aos dados pessoais e também empresariais de qualquer parte do mundo. Ao olharmos as notícias voltadas ao mundo de TI, nos deparamos com empresas que tiveram prejuízos milionários por terem seus sistemas comprometidos por algum cracker, ou por alguma vulnerabilidade que permitiu que outras pessoas fizessem modificações indevidas, e assim, obter acesso às suas informações críticas de negócio, ameaças de vulnerabilidades sendo descobertas e avançando sem precedentes, sistemas programados para explorar falhas e disseminar pragas virtuais… Tudo isso mostrando que a Internet e qualquer meio integrado online seja um local muito perigoso.

A realidade é que nenhum meio eletrônico é 100% seguro, mas atualmente, contamos com ferramentas de ponta no mercado, vários profissionais qualificados, empresas e consultorias especializadas em Segurança da Informação e até mesmo Ethical Hackers – sim, Hackers Éticos, que trabalham em prol das empresas realizando testes e fornecendo soluções para os problemas de Segurança da Informação que essas empresas têm.

Isso é suficiente para nos mantermos, como empresa, seguros no meio digital? Obviamente não, mas minimiza, e muito, as possibilidades de alguma ameaça de segurança da informação e outras vulnerabilidades sejam descobertas por pessoas más intencionadas e que os dados caiam em mãos erradas.

E como nós podemos contribuir para minimizar esses perigos ainda mais? Com pequenas ações básicas e que não é preciso ter nenhum tipo de conhecimento aprofundado em Segurança da Informação para poder colocar em prática. A Segurança da Informação realmente começa pelo básico.

Prevenção

O primeiro passo básico da Segurança da Informação é, sem sombra de dúvidas, a prevenção. Mesmo com todas as informações e notícias alertando sobre os perigos da Internet, a maioria das infecções por algum programa malicioso, a descoberta de alguma vulnerabilidade em sistemas, e até mesmo as questões de fraudes financeiras é em decorrência da falta de cuidados dos usuários. Como isso ocorre? Por anexos duvidosos, por algum tipo de “oportunidade irrecusável” que aparece na Internet, promoções absurdas, e tantos outros assuntos que despertem a curiosidade do usuário e façam ele abrir o link ou arquivo duvidoso em questão.

Assim como as pessoas são alertadas dos perigos e devem tomar cuidado com o que recebem em suas caixas de entrada, o cuidado deve ser redobrado nas empresas. Deve ser criada uma política de segurança da informação a fim de conscientizar das boas práticas de segurança e estabelecer níveis de acesso aos colaboradores e demais stakeholders. Uma falha de um único usuário pode comprometer toda a infraestrutura de tecnologia da informação de uma organização e isso pode acarretar em prejuízos imensos.

Felizmente, a Segurança da Informação está com o foco em pessoas. Políticas de BYOD (Bring Your Own Device ou “Traga o Seu Próprio Dispositivo”) estão sendo cada vez mais utilizadas pelas empresas, que estão preocupadas com o nível de acesso do usuário do que com a ferramenta e o sistema que o colaborador utiliza.

Além disso, profissionais, empresas e consultorias são contratadas a fim de elaborarem e executarem políticas de segurança da informação dentro de controles de qualidade específicos para a prevenção de futuras vulnerabilidades.

Contudo, há a necessidade do reconhecimento, compreensão e execução das ações de prevenção por parte dos colaboradores, afinal, são eles próprios que devem desenvolver o bom senso para mitigar quaisquer ameaças que podem surgir.

Detecção

Em agosto de 2016, foram bloqueados mais de 10 milhões de malwares no Brasil, montante 150% maior que a média mensal de ataques, que gira em torno de 4 milhões. Isso mostra que as ameaças cibernéticas estão tomando proporções gigantescas e qualquer dispositivo eletrônico pode ser uma porta de entrada para crackers e outras pessoas más intencionadas. E este número só tende a aumentar conforme os avanços tecnológicos.

Em contrapartida são desenvolvidos programas, ferramentas, serviços e métodos de detecção para que as ameaças sejam menos efetivas. Apenas um firewall e um antivírus não são mais suficientes para uma empresa nos dias de hoje, os crackers exploram falhas atrás de falhas e encontram maneira mais sofisticadas para seus ataques, conseguem desenvolver ferramentas de intrusão mais poderosas e qualquer um pode se tornar um alvo fácil. Hoje existem programas, recursos físicos (como firewall e servidores espelhados), sistemas de detecção, planejamento e estratégias para a segurança da informação e até honeypots (literalmente a tradução de “pote de mel”, que simula um ambiente vulnerável, não compromete o sistema real da empresa e ainda, quando invadido, fornece informações sobre o atacante para que sejam tomadas as medidas legais cabíveis).

Escolher as melhores ferramentas para detecção de acordo com as necessidades da empresa ajudam a proteger os dados e informações críticas de negócios com maior assertividade.

Correção

Nem sempre as estratégias de prevenção são efetivas em sua totalidade. Em alguns casos, as vulnerabilidades aparecem por inúmeros fatores, seja sua origem de falha sistêmica ou humana. O caminho certo e básico é a correção dessa vulnerabilidade e novamente a prevenção para que não ocorra eventuais falhas e ameaças de segurança da informação.

Para essas correções, fazem-se necessários adoção de sistemas de segurança da informação, políticas de segurança de maior aplicabilidade, restrição de acessos a níveis hierárquicos, profissionais qualificados e/ou empresas de consultoria em Segurança da Informação para correção, prevenção e suporte, e muitas outras alternativas que, dependendo da necessidade da empresa em questão, poderão ser utilizadas.

A correção da falha de segurança de uma empresa não é o fim do mundo e nem mostra incompetência dos setores de tecnologia envolvidos. Isso mostra que todo sistema, mesmo que atenda as expectativas de uso e aplicabilidade dentro de uma organização, é passível de falhas e que há uma oportunidade clara de melhoria e que precisa ser executada o mais breve possível.

E agora, por onde começar?

Como já citado anteriormente, o foco da Segurança da Informação está em pessoas. Mesmo que haja tecnologias a fim de proteger os dados, detectar e corrigir falhas nos sistemas integrados, o fator humano ainda deve ser conscientizado e reconhecer a importância da aplicabilidade das políticas de segurança da informação que são vigentes em uma empresa. Como no ditado popular “é melhor prevenir do que remediar”, essa recomendação é a principal. Independentemente do tamanho da empresa em questão, há a necessidade de tomar cuidado com as informações críticas de negócios.

Esses três itens trabalham em conjunto e garantem que a Segurança da Informação, mesmo que de maneira básica, possa se manter estruturada e ao alcance compreensível de todos os envolvidos ao processo de negócio a fim de proteger e manter os dados e informações seguras e longe de mãos erradas.

Nós podemos ajudar você a garantir a segurança da informação de sua empresa. Fale com a equipe de especialistas AllEasy.