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Gestão inteligente de dados: como conduzir de forma estratégica e assertiva?

A gestão inteligente de dados cresceu em importância nos últimos anos. Isso porque todas as empresas, independente de seu tamanho, vêm enfrentando grande aumento na produção e coleta de informações. Ou seja, que são utilizados em suas estratégias de negócio. Soma-se a isso as recentes regulamentações de conformidade, como a LGPD, que torna imperativo a adoção de diversos procedimentos para garantir a segurança da informação.

Nesse contexto, torna-se necessária a adoção de uma abordagem holística para garantir a segurança, a disponibilidade e o uso racional dos dados. Continue a leitura para saber como fazer uma gestão inteligente de dados e conduzi-la de forma estratégica e assertiva.

A necessidade de uma gestão inteligente de dados

Com a transformação digital, os dados passaram a ser um dos ativos mais importantes de uma empresa. Eles são a base para a tomada de decisões estratégicas que permitem melhorar a produtividade e, consequentemente, alavancar a lucratividade.

Para que isso seja possível, os dados precisam ser precisos, completos, organizados e consistentes.

Assim sendo, é fundamental que haja uma gestão inteligente de dados, para que eles sejam acessáveis pelas aplicações e usuários corretos, da maneira mais eficiente possível. Além disso, a adoção de procedimentos e ferramentas adequadas é fundamental para garantir a proteção desses bens tão precisos contra os mais diversos tipos de incidentes de segurança.

Vale ressaltar que, hoje, as fontes de dados são amplamente diversas. Além das informações produzidas internamente e processadas em sistemas ERP e CRM, por exemplo, as empresas tem focado em obter dados de seus clientes.

Assim, essa é uma estratégia que visa a obter insights valiosos para, assim, projetar e oferecer soluções que realmente agreguem valor ao seu público-alvo.

Todos esses fatores apontam para uma necessidade eminente de gestão inteligente de dados que devem abranger, principalmente, os seguintes pontos:

  • Soluções que permitam consolidar e gerenciar um grande número de informações advindas de diversas fontes diferentes;
  • Ferramentas tecnológicas adequadas para processamento e armazenamento de informações em crescente expansão;
  • Procedimentos capazes de garantir a disponibilidade e segurança dos dados.
  • Atendimento às regulamentações de proteção de dados.

Implementando uma gestão inteligente de dados

Para gerir seus dados de forma inteligente, assertiva e estratégica, é necessário adotar uma série de medidas, dentre as quais destacam-se:

Mapeamento dos dados

Para gerenciar seus dados, você precisa, primeiramente, entender o fluxo de informações dentro de sua empresa. Para isso, é preciso responder, pelo menos, as seguintes perguntas:

  • Quais são meus dados sensíveis, onde eles são processados, onde estão armazenados e quem possui acesso a eles?
  • Quais são minhas principais fontes de informação?
  • Onde e como meus dados estão armazenados?
  • Quais meus sistemas de missão crítica?

Esses fatores são essenciais para que você consiga elaborar políticas de acesso e segurança eficazes, bem como determinar as soluções tecnológicas adequadas para sua empresa.

Adoção de soluções escaláveis

A quantidade de dados conectada a uma empresa hoje é de uma escala sem precedentes. A tendência é que isso só aumente, à medida em que tecnologias como a Internet das Coisas vão ganhando popularidade.

Por isso, a escalabilidade passou a ser um dos principais requisitos das empresas que desejam se manter competitivas na era digital.

Portanto, ao adotar uma solução tecnológica, é imperativo pensar não somente na demanda atual. Mas, considerar o crescimento substancial do volume de dados em um futuro próximo.

Atenção redobrada à segurança de dados

A segurança da informação é, sem dúvidas, o ponto principal de uma gestão inteligente de dados. É por meio de soluções eficazes e processos seguros que se garantir a integridade das informações utilizadas em todos os processos da empresa.

Além disso, a falta de segurança pode resultar em diversas perdas financeiras, de forma direta ou indireta.

Um vazamento de dados, por exemplo, pode causar sérios danos à imagem da sua marca. Isso pode levar à perda de diversos clientes, visto que a confiança nos processos internos fica abalada. Do mesmo modo, clientes em potencial dificilmente aceitaria realizar negócios com sua empresa por receio de que o incidente venha a se repetir.

Somados a isso, ainda há a possibilidade de serem impostas multas previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados, caso sejam vazados dados sensíveis de pessoas físicas.

Finalmente, a perda de dados pode afetar significativamente a operação da empresa, levando à insatisfação de clientes, tomada de decisões equivocadas e muito mais.

Medidas de segurança de que devem ser adotadas

Como você pôde perceber, a segurança da informação é um dos principais pilares, se não o principal, de uma gestão inteligente de dados. Para isso, algumas medidas devem ser tomadas, dentre as quais destacam-se:

Desenvolvimento de uma política de segurança da informação

Independente do tamanho da sua empresa, é imprescindível que seja elaborado e implementado uma política de segurança sob medida para sua operação.

Dentre outras coisas, você de considerar:

  • Programa de treinamento de segurança para colaboradores;
  • Punições para quem não cumprir a política de segurança;
  • Níveis de acesso aos dados de acordo com a função;
  • Política de backup e disaster recovery;
  • Criptografia de dados sensíveis;
  • Política de acesso à Internet;
  • Segurança de e-mails;
  • Política de senhas; etc.

Realização de Backup 

Assim, uma hora ou outra você precisará de um backup para recuperar alguma informação perdida. Ou seja, decorrente de um ciberataque, falha de equipamentos, algum tipo de desastre ou erro humano.

Por isso, é sempre bom contar com soluções automatizadas e eficazes para garantir o backup dos dados e sua rápida e efetiva recuperação quando necessário.

Segurança abrangente

Atualmente, as empresas contam com grande flexibilidade no que diz respeito ao acesso dos dados. No dia a dia, diversos dispositivos diferentes podem ser utilizados no acesso às informações, sendo que muitos casos são utilizados equipamentos pertencentes ao próprio colaborador – prática conhecida como BYOD.

byod

Por isso, uma gestão inteligente de dados deve abranger todos esses tipos de acesso, tanto a nível de aplicação quanto a nível de rede.

Nesse sentido, é essencial contar com um monitoramento em tempo integral. Além de ferramentas para detecção de ameaças, de instalação de aplicativos não autorizados, dentre outros.

Contratação de empresa especializada

A segurança da informação é um ponto do gerenciamento de dados onde não há tolerância para erros. Qualquer falha, por menor que seja, pode comprometer seriamente a continuidade de uma empresa.

Por isso, faz-se necessária a implementação dos melhores procedimentos. Além disso, a utilização das melhores ferramentas de proteção de dados de forma assertiva. Isso exige, dentre outras coisas, conhecimento especializado e uma equipe altamente treinada para lidar com os diversos riscos que uma empresa está sujeita no dia a dia.

Nesse sentido, na grande maioria dos casos, a melhor solução é contar com a ajuda de uma empresa especializada na  gestão da segurança de dados empresariais.

Além de ter acesso às melhores soluções de proteção de dados, sua empresa ainda tem a possibilidade de reduzir custos. E ainda melhorar a produtividade de sua equipe de TI, que passa a ficar inteiramente focada no core business.

SOC

 

Assim, contar com soluções de terceiros, como um SOC, é uma estratégia eficaz para garantir a segurança da informação. Assim, você pode se dedicar aos outros pontos para alcançar uma gestão mais eficiente.

 

Agora você já conhece os principais pontos de uma gestão inteligente de dados. Se você gostou deste conteúdo, não deixe de descobrir quais são as 4 vulnerabilidades de segurança mais comuns na sua TI.

machine learning

Entenda a efetividade do Machine Learning contra ataques cibernéticos

A próxima grande novidade em tecnologia da informação e segurança de dados é a incorporação de sistemas de Machine Learning (aprendizado de máquina) e Inteligência Artificial. Dessa forma, esses sistemas estão na fronteira de uma nova onda de desenvolvimentos tecnológicos. Ou seja, eles transformam a maneira como empresas e organizações combatem ataques contra sua segurança cibernética.

Tradicionalmente, a segurança cibernética contava com a correspondência de padrões baseada em regras ou em assinaturas. Com o antivírus (AV), por exemplo, os pesquisadores das empresas de antivírus encontram malware e geram assinaturas que podem ser usadas para verificar arquivos em um endpoint e ver se eles correspondem a uma assinatura de malware conhecida.

Isso significa que só era possível detectar malwares que já foram detectados anteriormente e que correspondem a uma definição ou assinatura de vírus.

Com a Inteligência Artificial, o Machine Learning pode fornecer uma alternativa às soluções tradicionais de segurança cibernética — o que é extremamente difícil para as soluções tradicionais, agora, é um passeio no parque para o aprendizado de máquina.

Pensando nisso, abaixo te ajudamos a entender como o Machine Learning é efetivo contra ataques. Acompanhe conosco e aprenda!

Machine Learning e segurança de dados

Nos últimos anos, houve desenvolvimentos em tecnologia com impactos significativos na segurança cibernética. Assim, um desses fatores decisivos no campo da segurança são:

  • as ferramentas e técnicas desenvolvidas e suportadas pela Inteligência Artificial (IA);
  • Machine Learning (ML) como um subconjunto dela.

Ao mesmo tempo, a Inteligência Artificial não é mais apenas uma palavra da moda. Assim, ela está sendo amplamente utilizada em indústrias de todos os tipos. Atendimento ao cliente, educação, automação, entre outros. Esses são apenas alguns dos muitos setores em que a IA instigou o avanço aos trancos e barrancos. Além disso, a IA também está desempenhando um papel significativo na luta contínua contra o cibercrime.

A seguir, confira algumas das maneiras pelas quais a Inteligência Artificial (IA) e o Aprendizado de Máquina (ML) estão fazendo a diferença e dando o impulso necessário à segurança cibernética:

1. Machine Learning na detecção de ameaças cibernéticas

As organizações devem ser capazes de detectar um ataque cibernético com antecedência para impedir o que os adversários estão tentando alcançar. Assim, o aprendizado de máquina é a parte da Inteligência Artificial que provou ser extremamente útil. Ou seja, quando se trata de detectar ameaças cibernéticas com base na análise de dados e na identificação de uma ameaça. Em suma, tudo isso antes que ela explore uma vulnerabilidade em seus sistemas de informação.

Da mesma maneira, o Machine Learning permite que os computadores usem e adaptem algoritmos com base nos dados recebidos, aprendendo com eles e entendendo as consequentes melhorias necessárias.

Segurança cibernética

Em um contexto de segurança cibernética, isso significa que o aprendizado de máquina está permitindo que o computador preveja ameaças. Além disso, também observe qualquer anomalia com muito mais precisão do que qualquer humano.

Assim, a tecnologia tradicional depende muito de dados passados ​​e não pode improvisar da maneira que a IA pode. Dessa forma, ela não consegue acompanhar os novos mecanismos e truques dos hackers da maneira que a IA consegue.

Além disso, o volume de ameaças cibernéticas com as quais as pessoas lidam diariamente é demais para os seres humanos e é mais bem tratado pela IA.

2. IA, proteção por senha e autenticação

As senhas sempre foram um controle muito frágil quando se trata de segurança. Consequentemente, elas costumam ser a única barreira entre os cibercriminosos e as nossas contas.

Dessa forma, é preciso encarar a realidade. Ou seja, a maioria de nós é preguiçosa com nossas senhas. Assim, geralmente:

  • usando a mesma em várias contas;
  • confiando na mesma senha desde há muito;
  • mantendo-as em ordem em um bloco de notas em nossos dispositivos etc.

Em contrapartida, a autenticação biométrica foi testada como uma alternativa às senhas. Entretanto, não é muito conveniente e os hackers também podem contornar isso com facilidade.

Por exemplo, um sistema de reconhecimento de rosto pode ser irritante quando não é possível reconhecê-lo devido a um novo penteado ou ao uso de um chapéu. Além disso, os invasores também podem passar por isso usando suas imagens do Facebook ou IG.

Avanço da tecnologia biométrica

Assim, os desenvolvedores estão usando a IA para aprimorar a autenticação biométrica. Além disso, ainda se livrar de suas imperfeições para torná-la um sistema confiável. Em outras palavras, a tecnologia de reconhecimento de rosto da Apple, usada primeiramente em seus dispositivos iPhone X e agora no iPhone 11, é um exemplo.

Chamada “Face ID”, a tecnologia funciona processando os recursos faciais do usuário por meio de sensores infravermelhos embutidos e mecanismos neurais. Assim, o software de IA cria um modelo sofisticado do rosto do usuário. Ou seja, identificando correlações e padrões importantes.

A Apple alega que, com essa tecnologia, há apenas uma chance em um milhão de enganar a IA. Uma vez que, a arquitetura do software de IA também pode funcionar em diferentes condições de iluminação e compensar alterações.

3. AI-ML na detecção de phishing e controle de prevenção

Um dos métodos de ataque cibernético mais usados, em que os hackers tentam invadir computadores usando uma isca, é o phishing. Os e-mails de phishing são extremamente predominantes. Por exemplo, o Brasil é o país com maior proporção de usuários que recebem ataques de phishing. Felizmente, a AI-ML pode desempenhar um papel significativo na prevenção e dissuasão de ataques de phishing.

<< Não seja vítima do Phishing: veja como esta ameaça atua!

Assim, a AI-ML pode detectar e rastrear mais de 10 mil fontes de phishing ativas e reagir e remediar muito mais rapidamente do que os humanos. Além disso, ela trabalha na verificação de ameaças de phishing de todo o mundo. Ainda mais não há restrições quanto ao entendimento de campanhas de phishing para qualquer área geográfica específica. Em suma, a IA tornou possível diferenciar rapidamente um site falso de um site legítimo.

4. Uso de AI-ML no gerenciamento de vulnerabilidades

Somente neste ano, foram relatadas milhares de novas vulnerabilidades. Gerenciar tudo isso com recursos humanos ou tecnologia tradicional é extremamente difícil. A IA. No entanto, pode lidar com essas vulnerabilidades com muito mais facilidade.

Os sistemas baseados em Machine Learning não esperam que uma vulnerabilidade seja explorada por ameaças online. Em vez disso, esses sistemas baseados em IA procuram proativamente possíveis vulnerabilidades em sistemas de informações organizacionais e o fazem combinando efetivamente vários fatores, como discussões de hackers na dark web, reputação do hacker, padrões usados ​​etc. Esses sistemas podem analisar esses fatores e usar as informações para determinar quando e como a ameaça poderá chegar a alvos vulneráveis.

5. Segurança de rede e inteligência artificial

Duas partes importantes da segurança da rede são a criação da política de segurança e a definição da topografia da rede de uma organização. Normalmente, essas duas atividades consomem muito tempo. Agora, podemos usar a IA para acelerar esses processos, observando e aprendendo os padrões de tráfego de rede, além de sugerir políticas de segurança. Isso não apenas economiza tempo, mas também muito esforço e recursos que podemos aplicar em áreas de desenvolvimento e avanço tecnológico.

6. Análise comportamental com IA

Outro aprimoramento promissor da segurança pela IA vem de sua capacidade de análise comportamental. O que isso significa é que os algoritmos de Machine Learning podem aprender e criar um padrão de seu comportamento analisando como você geralmente usa o dispositivo e as plataformas online. Os detalhes podem incluir tudo, desde os horários típicos de login e endereços IP até os padrões de digitação e rolagem.

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Se a qualquer momento, os algoritmos de IA perceberem atividades incomuns ou qualquer comportamento que esteja fora dos padrões, poderá sinalizá-lo como sendo feito por um usuário suspeito ou até bloquear o usuário. As atividades que marcam os algoritmos de IA podem ser qualquer coisa, desde grandes compras online enviadas para endereços diferentes dos seus, um aumento repentino no download de documentos ou uma mudança repentina na velocidade de digitação.

Conclusão

Então, a Inteligência Artificial e o Machine Learning são a resposta para todos os meus problemas de segurança cibernética?

Embora o pensamento de deixar inteiramente a aquisição da IA-ML seja muito tentador, devemos lembrar que a IA consiste em muitas coisas e, portanto, é muito versátil. Enquanto a IA está fazendo maravilhas pela segurança cibernética, também está chegando nas mãos de hackers para fins maliciosos. Nas mãos erradas, pode causar danos exponenciais e se tornar uma ameaça ainda mais forte à segurança cibernética.

À medida que a tecnologia evolui, os adversários também estão aprimorando seus métodos, ferramentas e técnicas de ataque para explorar indivíduos e organizações. Não há dúvida de que a Inteligência Artificial é incrivelmente útil, mas é uma espécie de faca de dois gumes.

O Machine Learning pode ser usado para detectar e impedir os ataques antes que eles ocorram. À medida que a IA avança mais, seremos testemunhas de quão longe podemos levar essa tecnologia para ser um benefício e um obstáculo à segurança cibernética.

Sem dúvidas, o Machine Learning terá um papel principal na TI do futuro. Enquanto esse papel ainda está se desenhando, aproveite e veja como automação de segurança da informação pode trazer benefícios para seus processos de proteção!

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Inteligência Artificial: quais são os perigos reais para SI

Os ataques cibernéticos estão se tornando onipresentes. Além disso, eles foram reconhecidos como um dos riscos mais significativos que o mundo enfrenta atualmente. Mas o que inteligência artificial (IA) tem a ver com isso? Descubra abaixo:

Nos últimos anos, testemunhamos ataques digitais contra governos, pequenas e grandes empresas, instituições de ensino e organizações sem fins lucrativos. Assim, podemos concluir que não existe nenhum setor imune aos ataques cibernéticos. Do mesmo modo, o nível de sofisticação das ameaças que eles enfrentam está aumentando continuamente.

Consequentemente, nesse cenário, há pouca dúvida de que a inteligência artificial (IA) será usada pelos hackers para conduzir a próxima grande atualização no armamento cibernético.

Dessa forma, a capacidade fundamental da IA ​​de aprender e se adaptar dará início a uma nova era na qual os ataques serão altamente personalizados e escaláveis.

Ou seja, a “IA ofensiva”, código de ataque altamente sofisticado e mal-intencionado, poderá sofrer mutações à medida que aprender sobre seu ambiente e comprometer habilmente os sistemas com poucas chances de detecção.

Mas quais são as ameaças que a inteligência artificial traz à tona? Vamos dar uma olhada nos perigos reais para a segurança da informação!

Ataques de protótipo-IA: um vislumbre do futuro

Os ciberataques com inteligência artificial não são um conceito futuro hipotético. Todos os elementos necessários para o uso de IA ofensiva já existem:

  • malwares altamente sofisticados;
  • criminosos motivados financeiramente e dispostos a usar todos os meios possíveis para aumentar seu retorno;
  • e projetos de pesquisa de inteligência artificial de código aberto, que produzem informações altamente valiosas disponíveis em domínio público.

Os perigos do o trojan Emotet

Uma das partes mais notórias do malware contemporâneo — o trojan Emotet — é um excelente exemplo de um ataque de protótipo de IA. O principal mecanismo de distribuição do Emotet é o phishing, geralmente, por meio de golpes de engenharia social que levam os usuários a clicar em anexos de e-mails maliciosos.

Os autores do Emotet, recentemente, adicionaram outro módulo ao seu Cavalo de Troia, que rouba dados de e-mail das vítimas infectadas. A intenção por trás desse recurso de exfiltração de e-mail não era clara, anteriormente, mas o Emotet foi recentemente capturado enviando e-mails de phishing contextualizados em grande escala.

Isso significa que ele pode se inserir automaticamente em threads de e-mail pré-existentes. Assim, aconselhando a vítima a clicar em um anexo malicioso, que aparece na mensagem final. Essa inserção do malware em e-mails pré-existentes fornece mais contexto ao phishing. Dessa forma, tornando-o mais legítimo.

A possibilidade de sobrecarregamento do ataque

No entanto, os criminosos por trás da criação do Emotet poderiam facilmente aproveitar a IA para sobrecarregar esse ataque. Atualmente, a mensagem no e-mail final de phishing geralmente é genérica:

— “por favor, veja em anexo” — e isso, às vezes, pode levantar suspeitas.

Entretanto, aproveitando a capacidade da inteligência artificial para aprender e replicar a linguagem natural analisando o contexto do segmento de e-mail, essas mensagens podem se tornar altamente personalizadas para indivíduos.

Isso significa que um trojan Emotet com inteligência artificial pode criar e inserir e-mails de phishing totalmente personalizados e mais confiáveis. Fundamentalmente, seria capaz de enviá-los em grande escala, o que permitiria aos criminosos aumentar o rendimento de suas operações.

As consequências desses métodos de ataque em desenvolvimento podem ser altamente destrutivas. Prejudicando a integridade dos dados. Ou seja, esses ataques furtivos fazem com que a confiança nas organizações diminua e podem causar falhas sistêmicas.

Veja mais >> Segurança de e-mail: sua empresa está protegida?

IA ofensiva: uma mudança de paradigma nos ciberataques

Em 2017, o ataque ao ransomware WannaCry atingiu organizações em mais de 150 países ao redor do mundo. Consequentemente, marcando o início de uma nova era na sofisticação de ataques cibernéticos. Seu sucesso estava na capacidade de se mover lateralmente por uma organização em questão de segundos, paralisando os discos rígidos. E o pior: o incidente continuou inspirando vários ataques.

Esse ciclo de “inovação” continuará e os atacantes já passaram para o malware de mineração de criptomoeda, que secretamente rouba o poder de processamento da mineração de moedas digitais como bitcoin e trojans bancários, um tipo de malware que rouba dados financeiros enquanto se disfarça como um aplicação genuína.

O uso da inteligência artificial impactará o cenário da segurança de três maneiras principais:

1. Aperfeiçoando a engenharia social

Os ataques de IA serão altamente adaptados, mas operarão em escala. Esses malwares serão capazes de aprender as nuances do comportamento e do idioma de um indivíduo. Logo, analisando as comunicações por e-mail e mídias sociais.

Eles poderão usar esse conhecimento para replicar o estilo de escrita de um usuário. Assim, criando mensagens que parecem altamente credíveis. As mensagens escritas por malware da IA serão, portanto, quase impossíveis de distinguir das comunicações genuínas. Bem como , até mesmo os usuários mais instruídos ficam vulneráveis. Isso quando a maioria dos ataques entra em nossos sistemas por meio das caixas de entrada

2. Se misturando no segundo plano

Atores sofisticados de ameaças geralmente podem manter uma presença em longo prazo em seus ambientes de destino por meses seguidos, sem serem detectados. Eles se movem devagar e com cautela, para fugir dos controles de segurança tradicionais e geralmente são direcionados aos indivíduos e organizações específicas.

A IA também poderá aprender os canais de comunicação dominantes e as melhores portas e protocolos a serem usados ​​para se deslocar em um sistema, misturando-se discretamente com a atividade de rotina. Essa capacidade de se disfarçar significa que os hackers serão capazes de se espalhar habilmente em um ambiente digital e comprometer furtivamente mais dispositivos do que nunca.

O malware de IA também poderá analisar grandes volumes de dados, identificando rapidamente quais conjuntos são valiosos e quais não são. Isso economizará ao hacker uma grande quantidade de tempo e esforço.

3. Ataques mais rápidos com consequências mais efetivas

Os ataques mais sofisticados de hoje exigem que técnicos qualificados conduzam pesquisas sobre seus alvos e identifiquem indivíduos de interesse, entendam suas redes sociais e observem ao longo do tempo como eles interagem com plataformas digitais. No futuro, uma IA ofensiva será capaz de atingir o mesmo nível de sofisticação em uma fração do tempo.

Não apenas os ataques orientados por inteligência artificial serão muito mais personalizados e, consequentemente, mais eficazes, como sua capacidade de entender o contexto significa que eles serão ainda mais difíceis de detectar.

Assim, os controles de segurança tradicionais serão impotentes contra essa nova ameaça, pois só podem detectar atividades previsíveis e pré-modeladas.

Incorporando a inteligência artificial no ecossistema digital

À medida que confiamos cada vez mais em sistemas e dispositivos conectados, estamos desenvolvendo rapidamente um ecossistema digital altamente avançado e conectado. Exigiremos parcerias e recursos que priorizem não apenas dados valiosos, mas também a confiança nos sistemas digitais.

O investimento em novas tecnologias desempenhará um papel crítico nessa realidade emergente e no ecossistema em evolução. De acordo com o relatório Using AI for Evil da Forrester, “a popularização dos ataques baseados em IA é apenas uma questão de tempo”.

De fato, quando começamos a ver a IA se tornar parte do kit de ferramentas do invasor cibernético, a única maneira de conseguirmos combater esse uso malicioso da IA ​​será com a própria IA. Portanto, a incorporação da tecnologia nesse ecossistema é crucial.

Investimento pesado da comunidade de cibersegurança

A comunidade de cibersegurança já está investindo pesadamente neste novo futuro e está usando soluções de inteligência artificial para detectar e conter rapidamente quaisquer ameaças cibernéticas emergentes com potencial para interromper ou comprometer dados importantes.

A IA defensiva não é apenas uma vantagem tecnológica no combate aos ataques cibernéticos, mas uma aliada vital neste novo campo de batalha.

Não há uma bala de prata para o desafio geracional da segurança cibernética, mas uma coisa é clara: apenas a IA pode combater a IA no seu próprio jogo. A tecnologia está disponível e a hora de se preparar é agora.

Quer saber mais sobre como manter seu ambiente seguro? Então continue acompanhando o nosso blog! E não deixe de clicar no banner abaixo para ler o nosso artigo sobre os benefícios da Automação de segurança da informação!

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LGPD

LGPD: soluções de SI para sua empresa estar em conformidade

A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, requer uma abordagem abrangente para segurança da informação, conformidade, governança e risco. Embora as ferramentas de segurança sejam apenas uma peça do quebra-cabeça da conformidade com a nova regulação, elas são um aspecto importante na proteção da privacidade dos dados do consumidor.

Confira abaixo oito ferramentas de segurança essenciais para manter a conformidade com a LGPD:

1. Descoberta e classificação de dados

A LGPD abrange tudo sobre privacidade e proteção de dados. Mas, para proteger a privacidade dos titulares de dados da UE, você precisa saber quais tipos de dados você mantém na organização.

Assim, uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados o ajudará a encontrar as informações que você possui e a classificá-las por risco.

Você pode ter dados que são altamente sensíveis e podem ser de alto risco se forem vazados ou roubados.

Os dados pessoais confidenciais podem incluir:

  • Campos financeiros (salário, saldo);
  • Números de cartão de crédito;
  • Números de CPF / ID;
  • Datas de nascimento;
  • Raça, gênero e idade;
  • Telefones;
  • Endereço;
  • Nomes.

Além disso, ​você pode ter muitos dados que não contêm dados pessoais.Da mesma forma, dados não sensíveis podem ser usados ​​como alavancagem por hackers para obter acesso aos dados confidenciais.

Assim, sob a LGPD é essencial ter uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados para classificar seus dados em alto, médio e baixo risco.

2. Criptografia ou mascaramento de dados

A criptografia codifica todos os dados para que sejam acessados ​​apenas por um usuário autorizado, que conhece a chave criptográfica criada especificamente para acesso.

Dessa forma, ao armazenar dados confidenciais em um banco de dados, como detalhes de cartão de crédito ou dados pessoais, muitas organizações estão optando pela criptografia.

Os dados podem ser criptografados quando em trânsito ou em uso. Por exemplo, os dados de pagamento processados ​​por comerciantes on-line costumam ser criptografados em trânsito usando o Secure Socket Layers (SSL) para proteger as informações pessoais de um comprador.

A criptografia torna muito mais difícil para os hackers fazerem qualquer conexão entre dados e seu assunto. Além disso, se você usar criptografia para proteger os dados e encontrar uma violação de dados. Ou seja, as autoridades reguladoras podem não ver a violação como uma falha completa de conformidade com a LGPD.

3. Gerenciamento de incidentes e eventos de segurança (SIEM)

Nos termos da LGPD, controladores e processadores de dados devem manter um registro de todas as atividades de processamento. Dessa forma, uma ferramenta SIEM pode ajudar a atender a esse requisito coletando dados e registrando as atividades. Assim, a ferramenta SIEM agrega dados de log de sistemas, redes e aplicativos e permite que uma organização os correlacione com atividades maliciosas.

Muitas ferramentas SIEM podem ser alinhadas aos requisitos da LGPD e às suas políticas de segurança. Ou seja, um painel pode ser criado para analistas de segurança revisarem e monitorarem a atividade.

Além disso, uma equipe de segurança também usa os logs do SIEM para identificar padrões, detectar comportamentos maliciosos e criar alertas acionáveis ​​sobre incidentes de segurança para sua organização.

4. Gerenciamento de vulnerabilidades e conformidade na LGPD

Segundo relatos recentes, 43% das pequenas organizações da América Latina sofreram uma violação de dados em 2019. Assim, com as iminentes penalidades da LGPD por violações de dados, fica claro que o gerenciamento de vulnerabilidades deve ser uma parte essencial de suas operações comerciais.

As ferramentas de gerenciamento e análise de vulnerabilidades analisam sua rede em busca de grandes vulnerabilidades e criam um plano de ação e um roteiro para corrigir falhas na rede, aplicativos e dados.

Essas ferramentas de segurança também ajudam a alinhar suas políticas de segurança da informação com regulamentos conhecidos do setor, como PCI-DSS. Elas também ajudam a saber que tipos de vulnerabilidades estão impedindo que você atenda a elas.

5. Segurança de endpoint de última geração

Os endpoints, como laptops, desktops e estações de trabalho, representam a maior porcentagem de infecções por malware e ransomware. Os funcionários costumam ser induzidos a abrir anexos maliciosos de esquemas de phishing. Consequentemente, abrindo as portas para que os hackers se infiltrem no seu ambiente.

As EPP (Endpoint Protection Platforms) vão um passo além das soluções antivírus tradicionais com aprendizado de máquina avançado para evitar malware, ransomware e até explorações e ataques de dia zero.

A EPP também pode aprender o comportamento dos pontos de extremidade da sua organização.  E ainda identificar qualquer comportamento malicioso sem consultar o banco de dados de assinaturas de antivírus.

6. Prevenção de perda de dados

A perda de dados pode ocorrer de várias maneiras para as organizações. Os dados podem ser filtrados por hackers, mas também por funcionários atuais e antigos que roubam dados.

As ferramentas de prevenção contra perda de dados (DLP) ajudam a proteger sua organização contra dados confidenciais roubados. Como a criptografia, as ferramentas DLP protegem seus dados confidenciais quando estão em trânsito, em uso e em repouso.

O mascaramento de dados é outra ferramenta importante a ser considerada na LGPS. Ele mascara dados confidenciais de pessoas que têm acesso autorizado.Ou seja, fornecendo ao usuário dados fictícios, mas realistas. Os usuários podem concluir um trabalho crítico, mas os dados confidenciais são cobertos com outras informações.

7. Automação e orquestração de segurança

A falta de recursos de segurança e uma lacuna de talentos em segurança cibernética aumentam a necessidade de automação e orquestração de segurança. As duas ferramentas de segurança permitem que sua organização crie eficiências. Dessa forma, aproveitando modelos e práticas recomendadas. Em suma, esses modelos foram projetados para combinar suas políticas de segurança com a conformidade com a LGPD.

Por exemplo, se você tiver funcionários manipulando dados pessoais de titulares de dados, poderá aplicar uma regra de automação de segurança. Do mesmo modo, para verificar se as políticas de segurança nos dispositivos de trabalho dos funcionários estão configuradas corretamente.

Da mesma forma, talvez você tenha um banco de dados com dados pessoais de titulares de dados e pode executar uma regra de automação que verifique as definições de configuração do banco de dados.

Esses são apenas alguns dos vários fluxos de trabalho de automação que podem otimizar sua conformidade com a LGPD.

8. Resposta a incidentes e gerenciamento de casos

As organizações implementaram alguma forma de uma estrutura de segurança cibernética que inclui as funções de ‘proteger, detectar, responder e recuperar’. As funções de resposta e recuperação são essenciais para a conformidade com a LGPD devido aos requisitos de notificação de violação. Definitivamente, as organizações devem relatar dados violação que afeta negativamente o titular dos dados em 72 horas.

Logo, torna-se extremamente importante para qualquer organização ter um plano de resposta a incidentes bem documentado e atualizado e uma ferramenta de gerenciamento de caso.

Em suma, a resposta aos incidentes e o gerenciamento de casos ajudam a registrar continuamente qualquer atividade mal-intencionada. Ou seja, que ocorre na sua rede e a criar uma visualização dos ataques cibernéticos do início ao fim.

Assim, quando você precisar denunciar uma violação às autoridades responsáveis, é melhor que você tenha um plano sistemático. Pois, ele poderá explicar exatamente o que aconteceu e como será abordado no futuro.

O desafio: por que contar com uma consultoria?

A data da promulgação da LGPD está chegando, em agosto de 2020. Você poderia tentar adquirir todas essas soluções para ajudar a atender à conformidade com a nova lei agora, mas ainda assim precisaria integrar sua equipe e processos para efetivamente usar essas ferramentas de segurança. Isso pode levar tempo e ser uma barreira significativa para atender adequadamente a todos os requisitos da LGPD.

Um provedor de serviços de segurança gerenciado, que ofereça consultoria sobre as soluções de segurança para sua empresa estar em conformidade pode ajudá-lo a atender rápida e efetivamente aos requisitos da LGPD. Isso é essencial para evitar as altas multas e impactos à imagem da empresa que uma violação à lei pode causar.

As organizações devem considerar um provedor de segurança que ofereça a experiência de trabalhar com essas ferramentas diariamente em uma variedade de verticais e cenários de clientes.

Por isso, entre em contato com a AllEasy e converse com um dos nossos consultores agora mesmo! Veja como podemos ajudá-lo a garantir a conformidade com os novos requisitos e evitar multas.

Proteção à borda de acesso e WAN: nova solução da Fortinet®

Agora está confirmado: A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), que é uma das empresas líderes globais em soluções de segurança cibernética, anunciou o lançamento da solução Secure SD-Branch. Ou seja, esta solução é a mais abrangente do setor para proteção à borda de acesso e WAN. E ainda para redes orientadas por segurança para distribuição de empreendimentos.

Assim, a solução Secure SD-Branch da Fortinet®  amplia o Fortinet Security Fabric. Além disso, os benefícios do SD-WAN para o acesso à rede. Dessa forma, convergindo WAN e segurança para uma plataforma integrada. Essa convergência aumenta a segurança e a visibilidade, reduzindo a complexidade, melhorando o desempenho e a agilidade e reduzindo os custos gerais de TI nas bordas da rede.

As empresas usam cada dia mais cloud computing, computação remota e local e aplicações SaaS criando bordas várias bordas de acesso além da borda  WAN. Consequentemente, essa multiplicidade de bordas deve ser protegida. Logo, isso exige que as organizações se esforcem para adotar soluções de proteção à borda de acesso e WAN adequadas e confiáveis para proteger as suas filiais.

Em suma, realizar a gestão destas bordas é algo complexo porque pode incluir produtos e dispositivos sobrepostos. Além disso, é preciso ter atenção! Pois, quantidade de dispositivos conectados à rede de filiais também oferece oportunidades para criminosos cibernéticos que desejam acessar ao dados críticos e sigilosos da empresa.

Dessa forma, a tecnologia continua transformando velozmente a forma como as empresas negociam. À princípio, se torna fundamental que as partes da rede sejam protegidas para não comprometer as oportunidades de negócios digitais.

Para que as operações se desenvolvam e atinjam ao potencial máximo de produtividade, é necessário acesso seguro e em tempo real aos dados e recursos. Ou seja, não importando qual a sua localização.

Um pouco mais sobre proteção à borda de acesso e WAN

A solução Secure SD-Branch da Fortinet® é a primeira solução de proteção à borda de acesso e WAN do setor. Ela permite às empresas unificarem segurança e acesso à rede e estenderem o Fortinet Security Fabric para as filiais.

É composta pelos respectivos produtos da Fortinet®: FortiGate Next-Generation Firewall, FortiNAC Network Access Control, FortiSwitch e FortiAP Access Points. Ao mesmo tempo, oferece proteção principalmente para duas áreas:

  • Borda da rede: a segurança do firewall do FortiGate foi ampliada na camada de acesso com o FortiSwitch e FortiAP. Ele  oferece consolidação por meio da junção de segurança e acesso à rede. Além disso, é uma arquitetura exclusiva ideal para implementações do Secure SD-Branch.
  • Borda de dispositivos: o controlador de acesso à rede FortiNAC possibilita a descoberta, classificação e segurança automáticas de dispositivos IoT. Ou seja, assim que entram na rede.

Secure SD-Branch: combinação de tecnologias

A combinação de tecnologias tornou possível criar a  Secure SD-Branch. Ela é a primeira solução de proteção à borda de acesso e WAN do setor. Além disso, é capaz de otimizar a integração das plataformas LAN e WAN.  E ainda fornecer diversos benefícios para as empresas:

  • Segurança integrada: o FortiGate estende os serviços do Next Generation Firewall (NGF) para a camada de acesso à rede, integrando o gerenciamento de switches e wireless. O controle de acesso à rede (NAC) com o FortiGate como sensor aumenta a descoberta e a visibilidade, além de fornecer detecção de anomalias na segurança de dispositivos nas filiais.
  • Gerenciamento simplificado: implementação zero-touch e gestão integrada usando um único painel, que simplifica as instalações nas filiais. A arquitetura é flexível e atende aos diversos tamanhos e crescimento das filiais.
  • Redução de TCO: não há pagamento pelo licenciamento nem por sensores de tráfego de rede. Outro ponto relevante é que as operações de gestão simplificadas requerem menos interfaces para operar e gerenciar diariamente com menor tempo de implementação.

Conclusão

A nova solução a Fortinet® permite que os seus clientes gerenciem suas filiais com mais facilidade e segurança. E ainda auxilia na expansão do seu alcance além do SD-WAN, com o objetivo de proteger também a camada de acesso.

É uma tecnologia solução integrada e gerenciada centralmente com segurança, com fio, sem fio e SD-WAN em uma única plataforma. O acesso seguro da Fortinet é integrado ao nosso código FortiOS, ou seja, é diretamente integrado aos serviços de segurança oferecidos pelo FortiGate.

A Fortinet® é a única fabricante que fornece serviços de segurança líderes do setor vinculados a SD-WAN, LAN, WLAN e NAC. Assim, permitindo consolidar serviços de filiais em uma plataforma fácil de gerenciar, economizando tempo e reduzindo custos.

O que você acha das funcionalidades de proteção à borda de acesso e WAN desta nova solução? Se quiser conhecer mais sobre esta solução e entender como pode ser usada na sua empresa, entre em contato com os consultores e especialistas da AllEasy.

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LGPD para pequenas empresas: como elas serão impactadas?

O Brasil tem nas pequenas e médias empresas a espinha dorsal da sua economia. Ou seja, atualmente, dos 20 milhões de empreendimentos registrados no país 13,5 milhões são PMEs.  Por isso, não há dúvida de que as pequenas empresas são essenciais para o desenvolvimento do Brasil. No entanto, apesar de sua relevância, pode-se argumentar que as empresas menores foram deixadas para se defender na corrida pelo cumprimento da LGPD para pequenas empresas.

Comparadas às grandes corporações, MPEs precisam se esforçar muito mais para seguir as regras, pois seus orçamentos e recursos simplesmente não estão à altura.

Consequentemente, isso deixa muitas empresas enfrentando um ultimato: elas cumprem e baseiam toda a sua operação na conformidade? Ou se colocam em risco de tomar uma alta multa? Não é uma ótima posição para se estar, não é mesmo? Contudo, há uma luz no fim do túnel para as pequenas e médias empresas.

Possui uma PME? Continue lendo e veja como a LGPD para pequenas empresas impactará seu negócio e o que você pode fazer para entrar em conformidade sem gastar rios de dinheiro!

Quais os objetivos da LGPD para pequenas empresas?

Em primeiro lugar, um pouco de contexto. A Lei Geral de Proteção de Dados padroniza as leis de proteção de dados em toda o Brasil e tenta alinhá-las com a tecnologia atual. Mais importante, ela visa:

  • Proteger a privacidade das pessoas;
  • Dar a elas mais controle sobre seus dados pessoais;
  • Impedir as empresas de coletar dados pessoais sem permissão ou outro motivo legal;
  • Punir empresas que abusam de dados pessoais.

Se você possui um negócio, bem como qualquer empresa de qualquer tamanho, a LGPD significa que você tem um novo conjunto de deveres legais para cumprir.

Para iniciantes, a lei concede às pessoas o direito de solicitar às empresas que:

  • Confirmem quais dados pessoais elas mantêm;
  • Explique onde esses dados estão sendo armazenados e para quais finalidades;
  • Forneça gratuitamente uma cópia eletrônica dos dados;
  • Pare de compartilhar os dados, verifique se terceiros param de usá-los e exclua os dados. Isso é chamado de direito a ser esquecido.

Mais importante, a lei cria ‘privacidade por design’. Isso significa que:

As empresas precisam coletar a menor quantidade de dados pessoais necessária para sua finalidade. Tem um formulário de contato em seu site? Se o nome e o endereço de e-mail de uma pessoa forem suficientes para contatá-la, seu formulário não deverá coletar informações sobre idade, tipo de corpo ou sexo.

A menos que você tenha outras razões legais para processar dados, precisará do consentimento expresso e específico da pessoa. Você não pode adicionar uma pessoa à sua lista de endereços apenas porque ela lhe deu o cartão de visita. Eles precisam concordar especificamente em estar na lista de discussão.

Em quais empresas a LGPD se aplica?

A LGPD se aplica sempre que uma empresa coleta ou rastreia os dados pessoais de um indivíduo brasileiro.

A lei define dados pessoais como “qualquer informação relacionada a uma pessoa física identificada ou identificável”. Em outras palavras, dados são dados pessoais. E, portanto, protegidos pelo LGPD, se puderem ser usados ​​para revelar a identidade de um indivíduo. Isso inclui:

  • Informações pessoais como nome, idade, data de nascimento, país de nascimento e país de residência;
  • Fotos ou vídeos;
  • Documentos e formulários;
  • Um endereço IP ou configurações específicas do site.

A falta de compliance com a LGPD pode resultar em penalidades pesadas. Sua empresa pode ser multada em mais de 2% do seu faturamento anual ou em R$ 50 milhões, se você violar a lei.

As pequenas e médias empresas estão isentas da LGPD?

Não, elas não estão. Logo, a LGPD se aplica sempre que uma empresa coleta dados pessoais de um cidadão brasileiro. Isso vale tanto para microempresas com três funcionários quanto para as megas corporações com escritórios em vários continentes.

Dessa forma, dito isso, você precisa manter um registro escrito de suas atividades de processamento de dados se:

  • Suas atividades de processamento de dados podem afetar os direitos e liberdades dos indivíduos;
  • Você processa os chamados dados sensíveis, que incluem raça ou etnia, crenças políticas, religiosas ou filosóficas, filiação sindical, dados sobre a saúde ou a sexualidade da pessoa;
  • Você processa dados pessoais regularmente.

Como manter minha PME em compliance?

Colocar sua PME no caminho da conformidade com a LGPD para pequenas empresas não é tão difícil quanto você imagina. Aqui está uma lista de verificação de conformidade com a nova lei para começar.

1. Quais dados pessoais você coleta?

Você deve saber quais informações pessoais você coleta e se alguma delas é sensível. Você também deve se perguntar:

  • De onde vêm as informações?
  • Por que você está coletando elas?
  • O que você está fazendo com isso?

Sua empresa deve ser capaz de responder a essas perguntadas caso seja solicitado pelo titular dos dados ou pelo órgão regulador.

2. Você tem consentimento?

A menos que você tenha motivos legais para usar dados pessoais, os indivíduos devem dar seu consentimento. Ele deve ser:

  • Dado livremente;
  • Específico;
  • Informado;
  • Não ambíguo.

Você deve manter um registro por escrito do consentimento. Também, é preciso fazer com que a retirada do consentimento seja rápida e fácil.

Um software de backup em Cloud compatível com a LGPD para pequenas empresas pode ajudar aqui. Em particular, pode:

  • Manter um registro seguro dos nomes das pessoas e dos dados pessoais que você guarda sobre elas;
  • Registrar o consentimento delas, especificando qual consentimento foi dado para as informações ​​(por exemplo, para receber seu boletim mensal);
  • Resolver rapidamente os desafios da proteção de dados que a LGPD traz e reduzir a sobrecarga de gerenciamento com um único console unificado.

3. Os dados estão seguros?

Sua empresa é responsável pelos dados pessoais que ela coleta. E você corre o risco de ser multado se esses dados caírem em mãos erradas. A falta de cultura de segurança dos funcionários nas PMEs, somada à ausência das corretas soluções de proteção, fazem da pequena empresa um alvo perfeito para os cibercriminosos. Assim, para garantir conformidade, é preciso:

  • Usar software de criptografia ao armazenar ou transmitir dados pessoais online;
  • Proteger sua rede. Os funcionários descuidados são a principal causa de violações de dados. Portanto, uma política de TI sólida é essencial. Você também deve investir em software de segurança, incluindo um firewall;
  • Criar avisos de política de privacidade e cookies compatíveis com a LGPD;
  • Usar um sistema DLP — Data Loss Prevention — confiável;
  • Proteger seus e-mails evitando ataques de phishing/ransomwares;
  • Verifique seus fornecedores quanto à conformidade com a LGPD.

4. E se houver uma violação grave?

Você deve relatar violações graves ao regulador dentro de 72 horas ou corre o risco de ser multado. Assim, verifique se você possui procedimentos de relatório em vigor. Além disso, o mais importante é treinar os seus funcionários para:

  • Estar atentos a possíveis violações;
  • Entender o que é uma violação grave;
  • Reconhecer bandeiras vermelhas.

Claramente, a LGPD para pequenas empresas é mais do que um conjunto de regras que você deve seguir para não ser multado. Ou seja, Ninguém gosta de ter suas informações privadas tiradas sem o seu consentimento. Ou mantidas em algum lugar onde criminosos poderiam pôr as mãos.

Contudo, manter a conformidade com a nova regulação pode ser difícil, especialmente para negócios que não possuem um foco em TI. Nesse caso, contar com uma empresa especialista que possa orientar a adequação à lei é um grande diferencial. Isso ajuda a reduzir os riscos de penalidades que podem ser causadas pela não conformidade com os requisitos da LGPD.

Gostou do nosso artigo sobre os impactos da LGPD para pequenas empresas? Quer continuar aprendendo? Então, não deixe de baixar gratuitamente o nosso ebook sobre os 10 passos para proteger os seus e-mails!

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Trojan bancário Amalvado: proteja-se para não se tornar uma vítima

Recentemente, um estudo sobre trojan bancário identificou mais de dez famílias de malware criadas para atacar especificamente os bancos da América Latina. A pesquisa estudou as cadeias de distribuição e o comportamento dos trojans. Entras as novas famílias, foi encontrado o Amalvado, um trojan bancário que vem ameaçando bancos brasileiros.

Os trojans bancários voltados especificamente para a América Latina compartilham um conjunto de características comuns. Além disso, eles são escritos na linguagem de programação Delphi. Ou seja, abusam de ferramentas e software legítimos e têm como alvo países de língua espanhola ou portuguesa.

Mas o que é o Amalvado e como se proteger dele? Continue lendo e descubra conosco como identificar um trojan bancário. Além disso, quais medidas de segurança são essenciais para evitar um ataque!

A ameaça do trojan bancário na América Latina

Em 2018, ataques de destaque a bancos no México e no Chile deixaram claro que os serviços financeiros da América Latina são alvo de hackers estrangeiros. Ao mesmo tempo, juntamente com essa atenção internacional relativamente nova, é provável que também cresça os recursos dos cibercriminosos latino-americanos criados por aqui.

Dessa forma, com evidências claras de que o malware desenvolvido especialmente para a América Latina está sendo adaptado para o mercado de exportação.

Os cibercriminosos são organizados, bem financiados e geograficamente irrestritos. Os ladrões não precisam mais entrar em uma agência bancária ou mesmo no país em que sua meta está localizada. Criminosos sofisticados atacam qualquer banco que ofereça o maior retorno sobre o investimento, independentemente de onde ele esteja.

Portanto, todos os bancos devem garantir que eles tenham recursos técnicos suficientes. Em suma, com pessoal treinado adequadamente e procedimentos adequados para se defender contra os cibercriminosos.  Assim, garantindo que os negócios sejam suficientemente resilientes.

Na América Latina e em todo o mundo, a resiliência cibernética requer envolvimento desde o c-level até o caixa do banco.

Dessa maneira, embora os esforços individuais para melhorar a segurança sejam vitais, os cibercriminosos também identificam pontos fracos no ecossistema de um banco de um país ou região. Ou seja, como práticas comuns no processamento de pagamentos ou software comumente usados.

Consequentemente, é provável que um ataque a um banco leve a uma invasão semelhante a muitos bancos da região. Por esse motivo, o compartilhamento eficiente de informações entre bancos e agências é um fator importante para aumentar a resiliência contra o trojan bancário em todo o sistema. Consequentemente, reduzindo o custo financeiro e de reputação dos ataques.

Como funciona o trojan bancário Amalvado

Diferentemente da maioria dos trojans bancários, aqueles que visam a América Latina usam uma forma de engenharia social. Eles detectam continuamente janelas ativas no computador da vítima e, se encontrarem uma relacionada a um banco, iniciam um ataque.

Esses ataques geralmente se concentram em convencer a vítima a tomar uma ação urgente ou necessária, geralmente, na forma de uma atualização de software ou verificação de informações de cartão de crédito ou credenciais de conta bancária.

A família de malware recém-identificada Amavaldo pode ser caracterizada pelo uso de um esquema de criptografia personalizado usado para ofuscação de cadeia.

Assim, semelhante a outro trojan bancário, a família de Amavaldo utiliza comandos de backdoor quando se infiltra. Ou seja, incluindo a captura e de fotos da vítima via webcam, a restrição de acesso a vários sites bancários e a simulação de mouse e teclado.

O trojan bancário Amavaldo usa uma técnica sofisticada de ataque. Assim, após detectar uma janela relacionada ao banco, uma captura de tela é tirada da área de trabalho e feita para parecer com o novo papel de parede.

Por fim, uma janela pop-up falsa é exibida. Assim, impedindo a vítima de interagir com qualquer outra coisa fora da janela.

Veja mais >> Segurança de e-mail: sua empresa está protegida?

Como se proteger de um trojan bancário

Embora o setor de serviços financeiros esteja entre os setores mais avançados no uso de TI e tenha investido enormemente em seus sistemas de segurança, continua sendo um alvo claro para os cibercriminosos — e essa ameaça está crescendo.

Como tal, o setor está constantemente procurando maneiras de gerenciar os riscos que enfrentam, sabendo que uma violação cibernética pode ocorrer a qualquer momento para qualquer instituição.

O Fórum Econômico Mundial (WEF) citou os ataques cibernéticos como um dos principais riscos globais. Sua análise mostra que, em todo o mundo, os mocinhos não estão vencendo a luta de forma alguma – ciberataques estavam entre os dez principais riscos do WEF em 2016; eles se mudaram para o top cinco em 2017; e em 2018 eles apresentam os três principais riscos para a economia global.

Embora nenhum sistema possa ser perfeitamente seguro, existem várias práticas recomendadas que as organizações do setor bancário podem empregar para se protegerem dos métodos complexos implantados contra eles.

Aqui estão as práticas recomendadas de segurança cibernética para instituições financeiras:

1. Proteger seu ambiente

A incorporação de segurança no design de sua arquitetura de rede deve ser um princípio essencial de sua abordagem. Isso também deve incluir medidas de segurança física, como limitar os direitos de acesso a áreas sensíveis ao pessoal autorizado e garantir a existência de processos para controlar e monitorar ativamente quem está acessando essas áreas. Além disso, esse pessoal autorizado deve ser rastreado e treinado adequadamente.

2. Conhecer e limitar o acesso

Depois de construir essas defesas para se proteger contra invasores que entram pela porta da frente, você deve implementar procedimentos e processos operacionais para limitar e proteger os privilégios de administrador e sistema. Posteriormente,

Após o bloqueio desses privilégios, é necessária uma implementação rigorosa de regras de gerenciamentPo de ID e senha para garantir controles básicos de acesso.

3. Usar soluções antimalware

Medidas preventivas só vão até certo ponto; a detecção e resposta são igualmente críticas. É vital para sua capacidade de responder em tempo hábil, ter recursos adequados de detecção de intrusões, como antimalware, fornecidos por meio de uma série de gatilhos e fios de disparo para iniciar alertas para atividades suspeitas.

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4. Conhecer o seu adversário

Garanta que você esteja constantemente coletando informações sobre ameaças sobre seu adversário, pois é vital para protegê-lo. A inteligência sobre ameaças desempenha um papel fundamental no auxílio ao desenvolvimento de software e atualizações de aplicativos antivírus.

5. Conhecer suas contrapartes

Seu entendimento dos riscos de crédito e conformidade de possíveis contrapartes é essencial para a tomada de decisões sobre como você faz negócios com eles. As considerações cibernéticas também devem ser parte integrante desses processos rotineiros do Know Your Customer (KYC).

6. Implementar controles de negócios

Ao implantar controles comerciais adicionais, você pode executar ações preventivas e corretivas oportunas contra atividades suspeitas. Por exemplo, ao filtrar as mensagens enviadas contra um conjunto de regras rigidamente configurado, você pode rastrear seus pagamentos efetuados para detectar fluxos ilícitos ou incomuns de mensagens.

A capacidade de detectar essas mensagens fora da política, antes de serem enviadas, pode alertá-lo sobre um possível comprometimento. Assim, permitir que você tome medidas corretivas imediatas e, finalmente, impedir solicitações de transferência fraudulentas deixando sua organização.

7. Planeje a resposta a incidentes

A segurança não é um status absoluto, a preparação para o pior é tão importante quanto se defender. Você deve desenvolver e instituir uma política de recuperação para garantir que esteja equipado para responder rapidamente a atividades fraudulentas. Se atividades fraudulentas ou suspeitas forem detectadas, medidas apropriadas deverão ser tomadas imediatamente.

Com os processos corretos, você tem a oportunidade de minimizar a perda de fraude e/ou aumentar a probabilidade de recuperação de fundos.

Da mesma forma, é importante garantir seu entendimento sobre as ações internas que você deve executar ao responder a um incidente. Bem como sobre os processos ensaiados para apoiá-los.

Agora que você conhece mais sobre o trojan bancário Amalvado, continue aprendendo sobre como manter sua instituição segura: veja mais sobre os ataques DDoS e as medidas de proteção adequadas!

 

Automação de segurança da informação: quais os benefícios?

A automação de segurança da informação se torna mais relevante. Isso, se pensarmos nos ciberataques modernos que tornaram-se altamente automatizados. Ou seja, ao contrário das respostas a eles. Quando a rede de uma empresa é atacada, a resposta de segurança costuma partir de um processo manual.

Assim, uma equipe de analistas coleta informações de várias ferramentas separadas para conter, desviar e investigar o ataque. Esse processo leva tempo e recursos e, em última análise, custa muito dinheiro à empresa.

Para se proteger com sucesso contra ataques automatizados, é essencial combater o fogo com fogo. Ou seja, nesse caso, máquina com máquina. Assim, incorporando a automação de segurança da informação aos esforços de segurança cibernética.

Nesse sentido, a automação nivela o campo de atuação e reduz as vulnerabilidades de segurança. E ainda permite uma prevenção mais rápida de ameaças novas e anteriormente desconhecidas.

Muitos fornecedores de segurança consideram a automação como uma maneira de se tornar mais eficiente e como meio de economizar em mão de obra.

Embora seja verdade, a automação também deve ser vista como uma ferramenta que pode, e deve, ser usada para prever melhor comportamentos e executar proteções mais rapidamente.

Se implementada adequadamente e com as ferramentas certas, a automação pode auxiliar na prevenção de ataques cibernéticos.

Mas, como ela funciona e como pode ser aplicada na segurança da empresa? Vamos dar uma olhada abaixo:

A automação de segurança da informação correlaciona os dados

Muitos fornecedores de segurança coletam quantidades substanciais de dados de ameaças.

No entanto, os dados fornecem pouco valor, a menos que sejam organizados em próximas etapas acionáveis.

Logo, para fazer isso de maneira eficaz, as organizações primeiro precisam coletar dados de ameaças em todos os vetores de ataque e de tecnologias de segurança dentro de sua própria infraestrutura.

Além disso, ficar atenta à inteligência de ameaças globais fora de sua infraestrutura.

Em seguida, elas precisam identificar grupos de ameaças que se comportam de maneira semelhante dentro de grandes quantidades de dados e usá-los para prever a próxima etapa do invasor.

Assim, ao usar essa abordagem, mais dados coletados resultam em resultados mais precisos. Dessa forma, reduzindo a probabilidade de os grupos identificarem apenas uma anomalia.

Consequentemente, a análise também deve ter poder computacional suficiente para dimensionar o volume atual de ameaças, algo que é impossível fazer manualmente.

Nesse sentido, o aprendizado de máquina e a automação da segurança de dados permitem que o sequenciamento de dados aconteça mais rapidamente, de forma mais eficaz e mais precisa.

Por fim, combinar essa abordagem com a análise dinâmica de ameaças é a única maneira de detectar com precisão ameaças sofisticadas,  nunca antes vistas.

A automação aumenta a velocidade de reposta contra ataques

Quando uma ameaça é identificada, as proteções precisam ser criadas e distribuídas. Isso acontece mais rapidamente do que um ataque, que pode se espalhar pelas redes, endpoints ou nuvem da organização.

Devido à penalidade de tempo que a análise acrescenta, o melhor local para impedir um ataque recém-descoberto não é onde ele foi descoberto. Mas, na próxima etapa prevista para o ataque.

Criar manualmente um conjunto completo de proteções para as diferentes tecnologias de segurança e pontos de execução capazes de combater comportamentos futuros é um processo demorado que não se move lentamente.

Mas, também é extremamente difícil ao correlacionar diferentes fornecedores de segurança em seu ambiente e não ter o controle e os recursos corretos.

A automação da segurança de dados pode agilizar o processo de criação de proteções sem sobrecarregar recursos. Tudo isso mantendo o mesmo ritmo de crescimento do ataque.

Implementando proteções mais rápidas que ataques podem progredir

Depois que as proteções são criadas, elas precisam ser implementadas para impedir que o ataque avance ainda mais durante o ciclo de vida.

As proteções devem ser aplicadas não apenas no local em que a ameaça foi identificada. Mas, também em todas as tecnologias dentro da organização para fornecer proteção consistente contra os comportamentos atuais e futuros do ataque.

Utilizar a automação de segurança da informação na distribuição de proteções é a única maneira de se mover mais rápido do que um ataque automatizado e bem coordenado e pará-lo.

Com o sequenciamento automático de ataques de Big Data e a geração e distribuição automatizadas de proteções, você é capaz de prever com precisão a próxima etapa de um ataque desconhecido. Ou seja, assim é possível mover-se com rapidez suficiente para evitá-lo.

A automação de segurança da informação permite detectar infecções já na sua rede

No momento em que uma ameaça entra na rede, um cronômetro começa a contagem regressiva até se tornar uma violação. Para interromper um ataque antes que os dados saiam da rede, você precisa se mover mais rápido do que o ataque em si.

Para identificar um host infectado ou comportamentos suspeitos, você deve ser capaz de analisar os dados do seu ambiente para trás e avançar no tempo. Assim, procurando por uma combinação de comportamentos que indiquem que um host em seu ambiente foi infectado.

Semelhante à análise de ameaças desconhecidas que tentam entrar na rede, correlacionar e analisar manualmente os dados em toda a rede, pontos de extremidade e nuvens é difícil de dimensionar. A automação de segurança da informação permite análises mais rápidas e, caso um host em sua rede seja comprometido, detecção e intervenção mais rápidas.

Os hackers usam a automação para se movimentar rapidamente e implantar novas ameaças em velocidades altas. A única maneira de acompanhar e defender-se dessas ameaças de maneira eficiente é empregar a automação de segurança da informação como parte de seus esforços de segurança cibernética.

Uma plataforma de segurança de última geração analisa rapidamente os dados. Logo, transformando ameaças desconhecidas em ameaças conhecidas, criando um DNA de ataque, além de impor um conjunto completo de proteções através da organização para interromper o ciclo de vida do ataque.

Gostou do nosso artigo sobre automação de segurança da informação? Acompanhe o blog da AllEasy e veja muito mais conteúdos como este! E não deixe de acessar o post sobre como não se tornar uma vítima do Trojan bancário Amalvado no banner abaixo!

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DPO

DPO: Como a LGPD abre espaço para este novo profissional?

A LGPD trouxe mudanças radicais para a forma como as empresas pensam sobre a proteção de dados e, como resultado, algumas empresas precisarão nomear um diretor de proteção de dados (ou DPO) para garantir a conformidade as novas regras.

A partir de fevereiro de 2020, esse especialista será encarregado de administrar todo o fluxo de informações em qualquer empresa, desde sua coleta até seu tratamento. Ele também será a ponte entre a organização e a Autoridade Nacional de Dados, entidade a ser criada para regular o compliance à LGPD.

Mas então, qual é o papel de um oficial de proteção de dados, por que eles são tão importantes e quem é mais adequado para assumir essa nova posição? Vamos dar uma olhadinha nessas questões abaixo:

O que é um DPO?

Em primeiro lugar, um DPO tem a tarefa de ajudar uma empresa a entender como a LGPD se relaciona com os negócios da empresa e aconselhar o gerenciamento e os funcionários sobre as medidas apropriadas a serem tomadas para garantir a conformidade.

Embora o DPO também observe e avalie o risco como parte do processo de conformidade, ele ou ela não deve tomar nenhuma decisão pela empresa, mas sim atuar como consultor apenas para garantir que não haja conflito de interesses.

As principais tarefas do DPO no novo regime de proteção de dados são:

  • informar e aconselhar a administração da organização sobre suas obrigações no âmbito da LGPD;
  • monitorar a conformidade da organização com a leis de proteção de dados nacionais e internacionais;
  • fornecer orientação e aconselhamento sobre as avaliações de impacto na proteção de dados;
  • funcionar como o principal ponto de contato da organização para pessoas e instituições, incluindo as autoridades de proteção de dados.

Em outras palavras, a função deste profissional é concebida como o principal ponto de referência para evitar vazamento de dados dentro da organização.

Suas tarefas são aconselhar, informar e monitorar, e, enquanto ainda é a organização que tem a responsabilidade de cumprir com a LGPD, o DPO desempenha um papel fundamental para garantir a responsabilidade da organização, criando uma camada interna adicional de controle sobre práticas de processamento de dados.

Que tipo de empresas precisa contratar um DPO?

Existem dois critérios que determinam se uma organização precisa nomear um DPO:

  1. se as atividades essenciais da empresa exigem o monitoramento regular e sistemático de indivíduos em grande escala;
  2. e se a empresa está processando uma quantidade significativa de dados confidenciais.

Em ambos os casos, os dados, se usados ​​incorretamente ou vazados, podem prejudicar gravemente a privacidade das pessoas afetadas, daí a necessidade deste profissional, independentemente do tamanho da empresa.

Alguns setores, como o setor bancário ou de saúde, têm regras rígidas para assegurar a privacidade individual, de modo que esses setores terão menos impacto como resultado do emprego de um DPO.

As empresas que coletam muitos dados pessoais e usam esses dados para tentar ganhar dinheiro, como empresas de mídia social ou anunciantes, podem ver mudanças mais significativas na maneira como fazem negócios depois de contratar um DPO.

>> Veja mais: Conheça os principais desafios que a LGPD traz para empresas.

Como um DPO se encaixa na estrutura de uma empresa?

Ao contrário da maioria das outras funções dentro de uma empresa, o DPO deve operar de forma independente, porque sua principal responsabilidade é o indivíduo, e os direitos individuais frequentemente se chocam com os interesses e objetivos da empresa.

Seria quase impossível para um DPO equilibrar as necessidades desses dois grupos diferentes, e por isso não pode ter outras responsabilidades que afetem a privacidade individual, além das tarefas especificamente atribuídas a sob a LGPD, e só deve fornecer recomendações sobre as decisões que a gerência deve tomar.

Além disso, uma empresa não pode dispensar um DPO com base em suas recomendações. Desde que a ação recomendada pelo DPO seja parte de um esforço de boa-fé para proteger o indivíduo, a empresa também não pode responsabilizar o DPO por quaisquer penalidades ou efeitos negativos. No final, isso exige que as empresas levem a contratação de um DPO muito a sério.

Dito isto, este especialista não precisa necessariamente ser um papel em tempo integral ou mesmo um funcionário. Em particular, empresas menores podem decidir terceirizar essa função para um especialista externo em privacidade que atua como contratado na tentativa de encontrar uma maneira mais econômica de cumprir a LGPD.

Quem é mais bem posicionado para ser um DPO?

Os mais adequados para o papel devem ter amplo conhecimento das leis e práticas de proteção de dados, bem como um entendimento de como eles se encaixam no mercado em que a empresa opera.

Essa combinação de habilidades permite que um DPO forneça orientação, garanta a conformidade contínua e conduza avaliações de impacto sobre a privacidade que sejam relevantes e significativas — e não apenas um ambiente de conformidade.

Obviamente, aqueles em uma posição de oficial de privacidade existente dentro da empresa ou indústria são bons candidatos. Da mesma forma, aqueles que querem se tornar um DPO terão dificuldade em encontrar um programa que vá além da teoria do direito à privacidade.

Somente tendo uma firme compreensão dos desafios únicos associados a um campo em particular, um DPO poderá aconselhar e guiar com sucesso uma empresa através dos desafios que a conformidade com a LGPD e, mais importante, o respeito pela privacidade individual trazem.

Por isso, o ideal é contratar uma empresa de hunting de TI, que estará apta a escolher o candidato adequado para realizar a função de DPO na empresa. Entre em contato com a AllEasy e veja como podemos ajudá-lo a encontrar o DPO certo para seu negócio!

anti DDoS

Anti-DDoS: O que é e por que o seu negócio precisa disso?

A segurança online continua sendo uma preocupação para todas as organizações. Por isso, a adoção de Anti-DDoS tem crescido dia após dia. Os ataques cibernéticos chegam às manchetes periodicamente, geralmente quando atingem organizações de alto nível, como no recente ataque de ransomware WannaCry, que afetou gravemente o NHS.

Mas só porque nem sempre estão no noticiário não significa que não estejam acontecendo. Na verdade, empresas de todos os portes enfrentam ameaças diárias de uma grande variedade de malware e outros males, por isso a segurança de seus sistemas é algo que eles precisam levar a sério.

Você sabia que um dos tipos de ataques mais prejudiciais para as empresas lidar é o ataque de negação de serviço distribuído (DDoS)?

O que é ataque DDoS?

Conforme pudemos abordar no artigo ”Ataque DDoS: O que é?,  um ataque DDoS, ou ataque de negação de serviço, é uma tentativa de tornar indisponível um serviço online, uma rede, um servidor ou um aplicativo, sobrecarregando-o com o tráfego de várias fontes comprometidas e bloqueando o tráfego legítimo.

Ele é diferente de outros ataques de negação de serviço (DoS), pois usa um único dispositivo (mestre) conectado à Internet (uma conexão de rede) para gerenciar diversos outros incontáveis computadores (zumbis).

A maioria dos ataques dependem da atuação de botnets, que funcionam como um exército de robôs que podem ser controlados à distância por agentes maliciosos. Em outras palavras, por meio de um ataque DDoS, um “computador mestre” domina vários outros dispositivos fazendo-os acessar recursos determinados em servidores específicos, no mesmo momento.

Leia mais sobre como funcionam em nosso artigo “Ataque DDoS: como funciona e quais  os principais tipos?”

Como proteger a sua empresa de um ataque DDoS?

Embora esses ataques tenham sido simplificados na implantação – eles certamente evoluíram em complexidade.  Os métodos que os hackers usam para realizar ataques DDoS evoluíram de ataques tradicionais de alta largura de banda / volumétrico a ataques de camada de aplicativos mais furtivos, com uma combinação de ambos sendo usados ​​em alguns casos.

Ao trabalhar com ataques do tipo DDoS, os administradores precisam entender a profundidade do problema de DDoS.  Os ataques volumétricos também estão aumentando, com uma base maior de máquinas de malware ou hosts voluntários sendo usados ​​para iniciar esses ataques.

Por isso, elaborar uma estratégia assertiva de segurança integrada que proteja todos os níveis da infraestrutura e envolva as melhores práticas. No artigo “06 práticas para proteger a sua empresa de um ataque DDoS”  oferecemos sugestões de ações que devem ser tomadas para garantir e fortalecer a segurança da informação e TI do seu negócio.

Anti-DDoS:  a sua empresa precisa desta solução

Segundo uma pesquisa recente realizada pela Kaspersky, 25% das empresas não possui proteção Anti DDoS. Mesmo que a maioria entenda a importância da cibersegurança, quase um quarto não tem proteção nenhuma, e apenas 34% se consideram completamente protegidas.

Cerca de 20% das empresas com mais de 50 funcionários informaram ter sido vítimas de pelo menos um ataque de DDoS durante o período da pesquisa.

A proteção eficaz contra DDoS pode ser implementada de várias maneiras diferentes, embora na maioria das vezes envolva uma abordagem combinada combinando detecção de ataques, classificação de tráfego e várias técnicas de bloqueio.

Algumas tecnologias disponíveis incluem o uso de um “black hole” para redirecionar o tráfego suspeito para um servidor inexistente. Um sistema de prevenção de intrusão (IPS) também pode ser usado para detectar e bloquear ataques com base em seu conteúdo.

No entanto, os ataques mais recentes tendem a usar conteúdo legítimo para ocultar sua intenção maliciosa, portanto, esse tipo de proteção pode ser menos eficaz. As técnicas tradicionais de proteção, como firewalls, também podem desempenhar um papel na proteção Anti-DDoS

Onde os ataques estão concentrados em uma porta específica, uma regra de firewall pode ser uma maneira eficaz de combatê-los. Os recursos incorporados a alguns dos roteadores de última geração também podem resistir ao impacto de ataques DDoS que poderiam sobrecarregar o hardware convencional.

Então, o que exatamente você precisa procurar ao comprar proteção DDoS?

Primeiro, você precisa de um fornecedor no qual possa confiar. Procure uma empresa profissional e que tenha certificações e especialistas nos principais fornecedores de segurança. Isso lhe dará a tranquilidade de que os técnicos e consultores foram devidamente treinados e que a tecnologia mais recente está disponível para lidar com ataques.

Os ataques DDoS podem ocorrer a qualquer momento, portanto, conte com um serviço de monitoramento 24/7/365. Isto se torna essencial. Ele também precisa ser capaz de oferecer uma resposta rápida quando um ataque é detectado; quanto mais cedo você conseguir identificar e bloquear um ataque, menos dano ele causará ao seu negócio.

Contratar um Anti-DDoS como serviço também oferece vários benefícios para sua empresa. Isso significa que você tem acesso a uma gama completa de serviços, desde o monitoramento e detecção até a atenuação dos efeitos de qualquer ataque que possa ocorrer.

As habilidades de segurança cibernética estão em demanda, e as empresas menores podem não necessariamente ter condições de pagar uma equipe dedicada de especialistas internos para lidar com ameaças de DDoS e outros problemas de segurança.

Mas, ao comprar proteção de um fornecedor confiável, você garante que tem acesso à tecnologia e às habilidades mais recentes sem a dificuldade ou o custo de recrutamento ou treinamento enfrentados, caso tenha tentado lidar com todas as suas necessidades de segurança por conta própria.

Em resumo, a principal dica é que não espere um ataque DDoS impactar a continuidade dos negócios e a segurança das informações em sua empresa. Entre em contato com nossos especialistas para saber mais sobre como podemos ajudar você a prevenir ataques DDoS na sua empresa.