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Gestão inteligente de dados: como conduzir de forma estratégica e assertiva?

A gestão inteligente de dados cresceu em importância nos últimos anos. Isso porque todas as empresas, independente de seu tamanho, vêm enfrentando grande aumento na produção e coleta de informações. Ou seja, que são utilizados em suas estratégias de negócio. Soma-se a isso as recentes regulamentações de conformidade, como a LGPD, que torna imperativo a adoção de diversos procedimentos para garantir a segurança da informação.

Nesse contexto, torna-se necessária a adoção de uma abordagem holística para garantir a segurança, a disponibilidade e o uso racional dos dados. Continue a leitura para saber como fazer uma gestão inteligente de dados e conduzi-la de forma estratégica e assertiva.

A necessidade de uma gestão inteligente de dados

Com a transformação digital, os dados passaram a ser um dos ativos mais importantes de uma empresa. Eles são a base para a tomada de decisões estratégicas que permitem melhorar a produtividade e, consequentemente, alavancar a lucratividade.

Para que isso seja possível, os dados precisam ser precisos, completos, organizados e consistentes.

Assim sendo, é fundamental que haja uma gestão inteligente de dados, para que eles sejam acessáveis pelas aplicações e usuários corretos, da maneira mais eficiente possível. Além disso, a adoção de procedimentos e ferramentas adequadas é fundamental para garantir a proteção desses bens tão precisos contra os mais diversos tipos de incidentes de segurança.

Vale ressaltar que, hoje, as fontes de dados são amplamente diversas. Além das informações produzidas internamente e processadas em sistemas ERP e CRM, por exemplo, as empresas tem focado em obter dados de seus clientes.

Assim, essa é uma estratégia que visa a obter insights valiosos para, assim, projetar e oferecer soluções que realmente agreguem valor ao seu público-alvo.

Todos esses fatores apontam para uma necessidade eminente de gestão inteligente de dados que devem abranger, principalmente, os seguintes pontos:

  • Soluções que permitam consolidar e gerenciar um grande número de informações advindas de diversas fontes diferentes;
  • Ferramentas tecnológicas adequadas para processamento e armazenamento de informações em crescente expansão;
  • Procedimentos capazes de garantir a disponibilidade e segurança dos dados.
  • Atendimento às regulamentações de proteção de dados.

Implementando uma gestão inteligente de dados

Para gerir seus dados de forma inteligente, assertiva e estratégica, é necessário adotar uma série de medidas, dentre as quais destacam-se:

Mapeamento dos dados

Para gerenciar seus dados, você precisa, primeiramente, entender o fluxo de informações dentro de sua empresa. Para isso, é preciso responder, pelo menos, as seguintes perguntas:

  • Quais são meus dados sensíveis, onde eles são processados, onde estão armazenados e quem possui acesso a eles?
  • Quais são minhas principais fontes de informação?
  • Onde e como meus dados estão armazenados?
  • Quais meus sistemas de missão crítica?

Esses fatores são essenciais para que você consiga elaborar políticas de acesso e segurança eficazes, bem como determinar as soluções tecnológicas adequadas para sua empresa.

Adoção de soluções escaláveis

A quantidade de dados conectada a uma empresa hoje é de uma escala sem precedentes. A tendência é que isso só aumente, à medida em que tecnologias como a Internet das Coisas vão ganhando popularidade.

Por isso, a escalabilidade passou a ser um dos principais requisitos das empresas que desejam se manter competitivas na era digital.

Portanto, ao adotar uma solução tecnológica, é imperativo pensar não somente na demanda atual. Mas, considerar o crescimento substancial do volume de dados em um futuro próximo.

Atenção redobrada à segurança de dados

A segurança da informação é, sem dúvidas, o ponto principal de uma gestão inteligente de dados. É por meio de soluções eficazes e processos seguros que se garantir a integridade das informações utilizadas em todos os processos da empresa.

Além disso, a falta de segurança pode resultar em diversas perdas financeiras, de forma direta ou indireta.

Um vazamento de dados, por exemplo, pode causar sérios danos à imagem da sua marca. Isso pode levar à perda de diversos clientes, visto que a confiança nos processos internos fica abalada. Do mesmo modo, clientes em potencial dificilmente aceitaria realizar negócios com sua empresa por receio de que o incidente venha a se repetir.

Somados a isso, ainda há a possibilidade de serem impostas multas previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados, caso sejam vazados dados sensíveis de pessoas físicas.

Finalmente, a perda de dados pode afetar significativamente a operação da empresa, levando à insatisfação de clientes, tomada de decisões equivocadas e muito mais.

Medidas de segurança de que devem ser adotadas

Como você pôde perceber, a segurança da informação é um dos principais pilares, se não o principal, de uma gestão inteligente de dados. Para isso, algumas medidas devem ser tomadas, dentre as quais destacam-se:

Desenvolvimento de uma política de segurança da informação

Independente do tamanho da sua empresa, é imprescindível que seja elaborado e implementado uma política de segurança sob medida para sua operação.

Dentre outras coisas, você de considerar:

  • Programa de treinamento de segurança para colaboradores;
  • Punições para quem não cumprir a política de segurança;
  • Níveis de acesso aos dados de acordo com a função;
  • Política de backup e disaster recovery;
  • Criptografia de dados sensíveis;
  • Política de acesso à Internet;
  • Segurança de e-mails;
  • Política de senhas; etc.

Realização de Backup 

Assim, uma hora ou outra você precisará de um backup para recuperar alguma informação perdida. Ou seja, decorrente de um ciberataque, falha de equipamentos, algum tipo de desastre ou erro humano.

Por isso, é sempre bom contar com soluções automatizadas e eficazes para garantir o backup dos dados e sua rápida e efetiva recuperação quando necessário.

Segurança abrangente

Atualmente, as empresas contam com grande flexibilidade no que diz respeito ao acesso dos dados. No dia a dia, diversos dispositivos diferentes podem ser utilizados no acesso às informações, sendo que muitos casos são utilizados equipamentos pertencentes ao próprio colaborador – prática conhecida como BYOD.

byod

Por isso, uma gestão inteligente de dados deve abranger todos esses tipos de acesso, tanto a nível de aplicação quanto a nível de rede.

Nesse sentido, é essencial contar com um monitoramento em tempo integral. Além de ferramentas para detecção de ameaças, de instalação de aplicativos não autorizados, dentre outros.

Contratação de empresa especializada

A segurança da informação é um ponto do gerenciamento de dados onde não há tolerância para erros. Qualquer falha, por menor que seja, pode comprometer seriamente a continuidade de uma empresa.

Por isso, faz-se necessária a implementação dos melhores procedimentos. Além disso, a utilização das melhores ferramentas de proteção de dados de forma assertiva. Isso exige, dentre outras coisas, conhecimento especializado e uma equipe altamente treinada para lidar com os diversos riscos que uma empresa está sujeita no dia a dia.

Nesse sentido, na grande maioria dos casos, a melhor solução é contar com a ajuda de uma empresa especializada na  gestão da segurança de dados empresariais.

Além de ter acesso às melhores soluções de proteção de dados, sua empresa ainda tem a possibilidade de reduzir custos. E ainda melhorar a produtividade de sua equipe de TI, que passa a ficar inteiramente focada no core business.

SOC

 

Assim, contar com soluções de terceiros, como um SOC, é uma estratégia eficaz para garantir a segurança da informação. Assim, você pode se dedicar aos outros pontos para alcançar uma gestão mais eficiente.

 

Agora você já conhece os principais pontos de uma gestão inteligente de dados. Se você gostou deste conteúdo, não deixe de descobrir quais são as 4 vulnerabilidades de segurança mais comuns na sua TI.

LGPD

LGPD: soluções de SI para sua empresa estar em conformidade

A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, requer uma abordagem abrangente para segurança da informação, conformidade, governança e risco. Embora as ferramentas de segurança sejam apenas uma peça do quebra-cabeça da conformidade com a nova regulação, elas são um aspecto importante na proteção da privacidade dos dados do consumidor.

Confira abaixo oito ferramentas de segurança essenciais para manter a conformidade com a LGPD:

1. Descoberta e classificação de dados

A LGPD abrange tudo sobre privacidade e proteção de dados. Mas, para proteger a privacidade dos titulares de dados da UE, você precisa saber quais tipos de dados você mantém na organização.

Assim, uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados o ajudará a encontrar as informações que você possui e a classificá-las por risco.

Você pode ter dados que são altamente sensíveis e podem ser de alto risco se forem vazados ou roubados.

Os dados pessoais confidenciais podem incluir:

  • Campos financeiros (salário, saldo);
  • Números de cartão de crédito;
  • Números de CPF / ID;
  • Datas de nascimento;
  • Raça, gênero e idade;
  • Telefones;
  • Endereço;
  • Nomes.

Além disso, ​você pode ter muitos dados que não contêm dados pessoais.Da mesma forma, dados não sensíveis podem ser usados ​​como alavancagem por hackers para obter acesso aos dados confidenciais.

Assim, sob a LGPD é essencial ter uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados para classificar seus dados em alto, médio e baixo risco.

2. Criptografia ou mascaramento de dados

A criptografia codifica todos os dados para que sejam acessados ​​apenas por um usuário autorizado, que conhece a chave criptográfica criada especificamente para acesso.

Dessa forma, ao armazenar dados confidenciais em um banco de dados, como detalhes de cartão de crédito ou dados pessoais, muitas organizações estão optando pela criptografia.

Os dados podem ser criptografados quando em trânsito ou em uso. Por exemplo, os dados de pagamento processados ​​por comerciantes on-line costumam ser criptografados em trânsito usando o Secure Socket Layers (SSL) para proteger as informações pessoais de um comprador.

A criptografia torna muito mais difícil para os hackers fazerem qualquer conexão entre dados e seu assunto. Além disso, se você usar criptografia para proteger os dados e encontrar uma violação de dados. Ou seja, as autoridades reguladoras podem não ver a violação como uma falha completa de conformidade com a LGPD.

3. Gerenciamento de incidentes e eventos de segurança (SIEM)

Nos termos da LGPD, controladores e processadores de dados devem manter um registro de todas as atividades de processamento. Dessa forma, uma ferramenta SIEM pode ajudar a atender a esse requisito coletando dados e registrando as atividades. Assim, a ferramenta SIEM agrega dados de log de sistemas, redes e aplicativos e permite que uma organização os correlacione com atividades maliciosas.

Muitas ferramentas SIEM podem ser alinhadas aos requisitos da LGPD e às suas políticas de segurança. Ou seja, um painel pode ser criado para analistas de segurança revisarem e monitorarem a atividade.

Além disso, uma equipe de segurança também usa os logs do SIEM para identificar padrões, detectar comportamentos maliciosos e criar alertas acionáveis ​​sobre incidentes de segurança para sua organização.

4. Gerenciamento de vulnerabilidades e conformidade na LGPD

Segundo relatos recentes, 43% das pequenas organizações da América Latina sofreram uma violação de dados em 2019. Assim, com as iminentes penalidades da LGPD por violações de dados, fica claro que o gerenciamento de vulnerabilidades deve ser uma parte essencial de suas operações comerciais.

As ferramentas de gerenciamento e análise de vulnerabilidades analisam sua rede em busca de grandes vulnerabilidades e criam um plano de ação e um roteiro para corrigir falhas na rede, aplicativos e dados.

Essas ferramentas de segurança também ajudam a alinhar suas políticas de segurança da informação com regulamentos conhecidos do setor, como PCI-DSS. Elas também ajudam a saber que tipos de vulnerabilidades estão impedindo que você atenda a elas.

5. Segurança de endpoint de última geração

Os endpoints, como laptops, desktops e estações de trabalho, representam a maior porcentagem de infecções por malware e ransomware. Os funcionários costumam ser induzidos a abrir anexos maliciosos de esquemas de phishing. Consequentemente, abrindo as portas para que os hackers se infiltrem no seu ambiente.

As EPP (Endpoint Protection Platforms) vão um passo além das soluções antivírus tradicionais com aprendizado de máquina avançado para evitar malware, ransomware e até explorações e ataques de dia zero.

A EPP também pode aprender o comportamento dos pontos de extremidade da sua organização.  E ainda identificar qualquer comportamento malicioso sem consultar o banco de dados de assinaturas de antivírus.

6. Prevenção de perda de dados

A perda de dados pode ocorrer de várias maneiras para as organizações. Os dados podem ser filtrados por hackers, mas também por funcionários atuais e antigos que roubam dados.

As ferramentas de prevenção contra perda de dados (DLP) ajudam a proteger sua organização contra dados confidenciais roubados. Como a criptografia, as ferramentas DLP protegem seus dados confidenciais quando estão em trânsito, em uso e em repouso.

O mascaramento de dados é outra ferramenta importante a ser considerada na LGPS. Ele mascara dados confidenciais de pessoas que têm acesso autorizado.Ou seja, fornecendo ao usuário dados fictícios, mas realistas. Os usuários podem concluir um trabalho crítico, mas os dados confidenciais são cobertos com outras informações.

7. Automação e orquestração de segurança

A falta de recursos de segurança e uma lacuna de talentos em segurança cibernética aumentam a necessidade de automação e orquestração de segurança. As duas ferramentas de segurança permitem que sua organização crie eficiências. Dessa forma, aproveitando modelos e práticas recomendadas. Em suma, esses modelos foram projetados para combinar suas políticas de segurança com a conformidade com a LGPD.

Por exemplo, se você tiver funcionários manipulando dados pessoais de titulares de dados, poderá aplicar uma regra de automação de segurança. Do mesmo modo, para verificar se as políticas de segurança nos dispositivos de trabalho dos funcionários estão configuradas corretamente.

Da mesma forma, talvez você tenha um banco de dados com dados pessoais de titulares de dados e pode executar uma regra de automação que verifique as definições de configuração do banco de dados.

Esses são apenas alguns dos vários fluxos de trabalho de automação que podem otimizar sua conformidade com a LGPD.

8. Resposta a incidentes e gerenciamento de casos

As organizações implementaram alguma forma de uma estrutura de segurança cibernética que inclui as funções de ‘proteger, detectar, responder e recuperar’. As funções de resposta e recuperação são essenciais para a conformidade com a LGPD devido aos requisitos de notificação de violação. Definitivamente, as organizações devem relatar dados violação que afeta negativamente o titular dos dados em 72 horas.

Logo, torna-se extremamente importante para qualquer organização ter um plano de resposta a incidentes bem documentado e atualizado e uma ferramenta de gerenciamento de caso.

Em suma, a resposta aos incidentes e o gerenciamento de casos ajudam a registrar continuamente qualquer atividade mal-intencionada. Ou seja, que ocorre na sua rede e a criar uma visualização dos ataques cibernéticos do início ao fim.

Assim, quando você precisar denunciar uma violação às autoridades responsáveis, é melhor que você tenha um plano sistemático. Pois, ele poderá explicar exatamente o que aconteceu e como será abordado no futuro.

O desafio: por que contar com uma consultoria?

A data da promulgação da LGPD está chegando, em agosto de 2020. Você poderia tentar adquirir todas essas soluções para ajudar a atender à conformidade com a nova lei agora, mas ainda assim precisaria integrar sua equipe e processos para efetivamente usar essas ferramentas de segurança. Isso pode levar tempo e ser uma barreira significativa para atender adequadamente a todos os requisitos da LGPD.

Um provedor de serviços de segurança gerenciado, que ofereça consultoria sobre as soluções de segurança para sua empresa estar em conformidade pode ajudá-lo a atender rápida e efetivamente aos requisitos da LGPD. Isso é essencial para evitar as altas multas e impactos à imagem da empresa que uma violação à lei pode causar.

As organizações devem considerar um provedor de segurança que ofereça a experiência de trabalhar com essas ferramentas diariamente em uma variedade de verticais e cenários de clientes.

Por isso, entre em contato com a AllEasy e converse com um dos nossos consultores agora mesmo! Veja como podemos ajudá-lo a garantir a conformidade com os novos requisitos e evitar multas.

Proteção à borda de acesso e WAN: nova solução da Fortinet®

Agora está confirmado: A Fortinet® (NASDAQ: FTNT), que é uma das empresas líderes globais em soluções de segurança cibernética, anunciou o lançamento da solução Secure SD-Branch. Ou seja, esta solução é a mais abrangente do setor para proteção à borda de acesso e WAN. E ainda para redes orientadas por segurança para distribuição de empreendimentos.

Assim, a solução Secure SD-Branch da Fortinet®  amplia o Fortinet Security Fabric. Além disso, os benefícios do SD-WAN para o acesso à rede. Dessa forma, convergindo WAN e segurança para uma plataforma integrada. Essa convergência aumenta a segurança e a visibilidade, reduzindo a complexidade, melhorando o desempenho e a agilidade e reduzindo os custos gerais de TI nas bordas da rede.

As empresas usam cada dia mais cloud computing, computação remota e local e aplicações SaaS criando bordas várias bordas de acesso além da borda  WAN. Consequentemente, essa multiplicidade de bordas deve ser protegida. Logo, isso exige que as organizações se esforcem para adotar soluções de proteção à borda de acesso e WAN adequadas e confiáveis para proteger as suas filiais.

Em suma, realizar a gestão destas bordas é algo complexo porque pode incluir produtos e dispositivos sobrepostos. Além disso, é preciso ter atenção! Pois, quantidade de dispositivos conectados à rede de filiais também oferece oportunidades para criminosos cibernéticos que desejam acessar ao dados críticos e sigilosos da empresa.

Dessa forma, a tecnologia continua transformando velozmente a forma como as empresas negociam. À princípio, se torna fundamental que as partes da rede sejam protegidas para não comprometer as oportunidades de negócios digitais.

Para que as operações se desenvolvam e atinjam ao potencial máximo de produtividade, é necessário acesso seguro e em tempo real aos dados e recursos. Ou seja, não importando qual a sua localização.

Um pouco mais sobre proteção à borda de acesso e WAN

A solução Secure SD-Branch da Fortinet® é a primeira solução de proteção à borda de acesso e WAN do setor. Ela permite às empresas unificarem segurança e acesso à rede e estenderem o Fortinet Security Fabric para as filiais.

É composta pelos respectivos produtos da Fortinet®: FortiGate Next-Generation Firewall, FortiNAC Network Access Control, FortiSwitch e FortiAP Access Points. Ao mesmo tempo, oferece proteção principalmente para duas áreas:

  • Borda da rede: a segurança do firewall do FortiGate foi ampliada na camada de acesso com o FortiSwitch e FortiAP. Ele  oferece consolidação por meio da junção de segurança e acesso à rede. Além disso, é uma arquitetura exclusiva ideal para implementações do Secure SD-Branch.
  • Borda de dispositivos: o controlador de acesso à rede FortiNAC possibilita a descoberta, classificação e segurança automáticas de dispositivos IoT. Ou seja, assim que entram na rede.

Secure SD-Branch: combinação de tecnologias

A combinação de tecnologias tornou possível criar a  Secure SD-Branch. Ela é a primeira solução de proteção à borda de acesso e WAN do setor. Além disso, é capaz de otimizar a integração das plataformas LAN e WAN.  E ainda fornecer diversos benefícios para as empresas:

  • Segurança integrada: o FortiGate estende os serviços do Next Generation Firewall (NGF) para a camada de acesso à rede, integrando o gerenciamento de switches e wireless. O controle de acesso à rede (NAC) com o FortiGate como sensor aumenta a descoberta e a visibilidade, além de fornecer detecção de anomalias na segurança de dispositivos nas filiais.
  • Gerenciamento simplificado: implementação zero-touch e gestão integrada usando um único painel, que simplifica as instalações nas filiais. A arquitetura é flexível e atende aos diversos tamanhos e crescimento das filiais.
  • Redução de TCO: não há pagamento pelo licenciamento nem por sensores de tráfego de rede. Outro ponto relevante é que as operações de gestão simplificadas requerem menos interfaces para operar e gerenciar diariamente com menor tempo de implementação.

Conclusão

A nova solução a Fortinet® permite que os seus clientes gerenciem suas filiais com mais facilidade e segurança. E ainda auxilia na expansão do seu alcance além do SD-WAN, com o objetivo de proteger também a camada de acesso.

É uma tecnologia solução integrada e gerenciada centralmente com segurança, com fio, sem fio e SD-WAN em uma única plataforma. O acesso seguro da Fortinet é integrado ao nosso código FortiOS, ou seja, é diretamente integrado aos serviços de segurança oferecidos pelo FortiGate.

A Fortinet® é a única fabricante que fornece serviços de segurança líderes do setor vinculados a SD-WAN, LAN, WLAN e NAC. Assim, permitindo consolidar serviços de filiais em uma plataforma fácil de gerenciar, economizando tempo e reduzindo custos.

O que você acha das funcionalidades de proteção à borda de acesso e WAN desta nova solução? Se quiser conhecer mais sobre esta solução e entender como pode ser usada na sua empresa, entre em contato com os consultores e especialistas da AllEasy.

Automação de segurança da informação: quais os benefícios?

A automação de segurança da informação se torna mais relevante. Isso, se pensarmos nos ciberataques modernos que tornaram-se altamente automatizados. Ou seja, ao contrário das respostas a eles. Quando a rede de uma empresa é atacada, a resposta de segurança costuma partir de um processo manual.

Assim, uma equipe de analistas coleta informações de várias ferramentas separadas para conter, desviar e investigar o ataque. Esse processo leva tempo e recursos e, em última análise, custa muito dinheiro à empresa.

Para se proteger com sucesso contra ataques automatizados, é essencial combater o fogo com fogo. Ou seja, nesse caso, máquina com máquina. Assim, incorporando a automação de segurança da informação aos esforços de segurança cibernética.

Nesse sentido, a automação nivela o campo de atuação e reduz as vulnerabilidades de segurança. E ainda permite uma prevenção mais rápida de ameaças novas e anteriormente desconhecidas.

Muitos fornecedores de segurança consideram a automação como uma maneira de se tornar mais eficiente e como meio de economizar em mão de obra.

Embora seja verdade, a automação também deve ser vista como uma ferramenta que pode, e deve, ser usada para prever melhor comportamentos e executar proteções mais rapidamente.

Se implementada adequadamente e com as ferramentas certas, a automação pode auxiliar na prevenção de ataques cibernéticos.

Mas, como ela funciona e como pode ser aplicada na segurança da empresa? Vamos dar uma olhada abaixo:

A automação de segurança da informação correlaciona os dados

Muitos fornecedores de segurança coletam quantidades substanciais de dados de ameaças.

No entanto, os dados fornecem pouco valor, a menos que sejam organizados em próximas etapas acionáveis.

Logo, para fazer isso de maneira eficaz, as organizações primeiro precisam coletar dados de ameaças em todos os vetores de ataque e de tecnologias de segurança dentro de sua própria infraestrutura.

Além disso, ficar atenta à inteligência de ameaças globais fora de sua infraestrutura.

Em seguida, elas precisam identificar grupos de ameaças que se comportam de maneira semelhante dentro de grandes quantidades de dados e usá-los para prever a próxima etapa do invasor.

Assim, ao usar essa abordagem, mais dados coletados resultam em resultados mais precisos. Dessa forma, reduzindo a probabilidade de os grupos identificarem apenas uma anomalia.

Consequentemente, a análise também deve ter poder computacional suficiente para dimensionar o volume atual de ameaças, algo que é impossível fazer manualmente.

Nesse sentido, o aprendizado de máquina e a automação da segurança de dados permitem que o sequenciamento de dados aconteça mais rapidamente, de forma mais eficaz e mais precisa.

Por fim, combinar essa abordagem com a análise dinâmica de ameaças é a única maneira de detectar com precisão ameaças sofisticadas,  nunca antes vistas.

A automação aumenta a velocidade de reposta contra ataques

Quando uma ameaça é identificada, as proteções precisam ser criadas e distribuídas. Isso acontece mais rapidamente do que um ataque, que pode se espalhar pelas redes, endpoints ou nuvem da organização.

Devido à penalidade de tempo que a análise acrescenta, o melhor local para impedir um ataque recém-descoberto não é onde ele foi descoberto. Mas, na próxima etapa prevista para o ataque.

Criar manualmente um conjunto completo de proteções para as diferentes tecnologias de segurança e pontos de execução capazes de combater comportamentos futuros é um processo demorado que não se move lentamente.

Mas, também é extremamente difícil ao correlacionar diferentes fornecedores de segurança em seu ambiente e não ter o controle e os recursos corretos.

A automação da segurança de dados pode agilizar o processo de criação de proteções sem sobrecarregar recursos. Tudo isso mantendo o mesmo ritmo de crescimento do ataque.

Implementando proteções mais rápidas que ataques podem progredir

Depois que as proteções são criadas, elas precisam ser implementadas para impedir que o ataque avance ainda mais durante o ciclo de vida.

As proteções devem ser aplicadas não apenas no local em que a ameaça foi identificada. Mas, também em todas as tecnologias dentro da organização para fornecer proteção consistente contra os comportamentos atuais e futuros do ataque.

Utilizar a automação de segurança da informação na distribuição de proteções é a única maneira de se mover mais rápido do que um ataque automatizado e bem coordenado e pará-lo.

Com o sequenciamento automático de ataques de Big Data e a geração e distribuição automatizadas de proteções, você é capaz de prever com precisão a próxima etapa de um ataque desconhecido. Ou seja, assim é possível mover-se com rapidez suficiente para evitá-lo.

A automação de segurança da informação permite detectar infecções já na sua rede

No momento em que uma ameaça entra na rede, um cronômetro começa a contagem regressiva até se tornar uma violação. Para interromper um ataque antes que os dados saiam da rede, você precisa se mover mais rápido do que o ataque em si.

Para identificar um host infectado ou comportamentos suspeitos, você deve ser capaz de analisar os dados do seu ambiente para trás e avançar no tempo. Assim, procurando por uma combinação de comportamentos que indiquem que um host em seu ambiente foi infectado.

Semelhante à análise de ameaças desconhecidas que tentam entrar na rede, correlacionar e analisar manualmente os dados em toda a rede, pontos de extremidade e nuvens é difícil de dimensionar. A automação de segurança da informação permite análises mais rápidas e, caso um host em sua rede seja comprometido, detecção e intervenção mais rápidas.

Os hackers usam a automação para se movimentar rapidamente e implantar novas ameaças em velocidades altas. A única maneira de acompanhar e defender-se dessas ameaças de maneira eficiente é empregar a automação de segurança da informação como parte de seus esforços de segurança cibernética.

Uma plataforma de segurança de última geração analisa rapidamente os dados. Logo, transformando ameaças desconhecidas em ameaças conhecidas, criando um DNA de ataque, além de impor um conjunto completo de proteções através da organização para interromper o ciclo de vida do ataque.

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Segurança de SD-WAN: 04 estratégias para não errar

Você já refletiu por que a adoção do SD-WAN se tornou prioridade para muitas organizações? A resposta está no fato de que esta tecnologia é capaz de potencializar os benefícios da transformação digital para filiais.

Esta solução possibilita o acesso imediato a recursos distribuídos, que podem estar em data centers, sistemas multinuvens ou em outro local conectado à rede, sem sobrecarga e custos das conexões MPLS tradicionais ou requisitos engessados de implementação.

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O que é um ataque BPC?

Os ataques classificados como Business Process Compromise (BPC) alteram silenciosamente partes de processos de negócios específicos, ou máquinas que facilitam esses processos, a fim de gerar um lucro monetário significativo para os invasores.

O alto grau de discrição com que esses ataques são realizados geralmente significa que as empresas podem não identificar ou detectar facilmente as mudanças do comportamento esperado como normal, já que as funções comprometidas do processo continuam funcionando como esperado, mas produzem um resultado diferente do originalmente pretendido.

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Política de backup: informações corporativas mais seguras

Uma política de backup é fundamental para manter a empresa protegida contra incidentes que podem culminar com a perda de dados corporativos.

A definição de uma política de backup é um dos primeiros passos em uma estratégia de segurança da informação e governança de TI nas empresas. Ao mesmo tempo, não significa que essa seja uma tarefa executada com diligência por todas as empresas.

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Por isso, os esforços para garantir a segurança da informação também precisaram evoluir. Já passamos por duas gerações e, agora, chegamos à terceira geração da segurança de dados. A sua empresa está preparada para ela?

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