DLP

DLP: por que a sua empresa não deve viver sem?

À medida em que os dados se tornam indispensáveis para as estratégias de negócio e as ameaças cibernéticas se tornam cada vez mais sofisticadas, cresce significativamente a preocupação com a Segurança da Informação. Essa realidade, juntamente com as rígidas regulamentações de proteção de dados faz com que a prevenção contra perda de dados (DLP) seja imprescindível.

A DLP identifica, monitora e protege os dados em uso, os dados em movimento na sua rede e os dados em repouso no seu Data Center ou em qualquer dispositivo, como desktop, laptop, telefones celulares ou tablets.

Por meio de inspeção profunda de conteúdo e análise de segurança contextual das transações, os sistemas DLP atuam como impositores das políticas de segurança de dados. Eles fornecem uma estrutura de gerenciamento centralizado projetada para detectar e impedir o uso não autorizado e a transmissão de suas informações confidenciais.

Essas são apenas algumas razões sua empresa não deve viver sem contar com uma estratégia de DPL. Continue a leitura para conhecer as demais!

1. Maior visibilidade

A tecnologia DLP fornece à equipe de TI uma visão de 360 ​​graus da localização, fluxo e uso de dados em toda a empresa. Ela verifica as ações da rede em relação às políticas de segurança da sua organização.

Além disso, essa solução permite proteger e controlar dados confidenciais, incluindo informações do cliente, informações de identificação pessoal, dados financeiros e propriedade intelectual.

Com um entendimento completo desses dados, sua organização pode definir as políticas apropriadas para protegê-los e tomar decisões priorizadas com base nos riscos atrelados a cada ativo.

2. Proteção contra todo tipo de violação de dados

Nem toda violação de dados é resultado de ataques externos. A divulgação inadvertida ou o manuseio incorreto de dados confidenciais por funcionários também é um fator significativo.

Por isso, é importante que sua empresa tenha uma abordagem que considere o comportamento do usuário e seus impactos na segurança da informação.

A ameaça interna pode ser particularmente difícil de identificar. Afinal, como saber se alguém está usando seu acesso legítimo aos dados para fins escusos?

A DLP pode detectar arquivos que contêm informações confidenciais e impedir que eles saiam de sua rede, ou mesmo criptografar dados sensíveis que devam ser transferidos via e-mail ou para dispositivos externos. Assim, é possível, por exemplo, bloquear transferências de dados críticos para unidades USB, para e-mails particulares e até para serviços de armazenamento pessoais na nuvem.

3. Conformidade com a LGPD

Com o advento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), inaugura-se uma nova era de prestação de contas, na qual toda organização que coleta, armazena e usa dados pessoais de clientes precisa elevar sua segurança da informação para atender a novos padrões.

As consequências do não cumprimento podem incluir multas de até 2% da receita global anual e o interrompimento de processamento de dados de clientes.

Nesse sentido, a DLP fornece controles que ajudam a alcançar a conformidade, além de modelos e mapas de políticas que atendem a requisitos específicos e automatizam a segurança da informação.

4. Segurança BYOD

Quando usado em conjunto com controles complementares, a DLP ajuda a impedir a exposição acidental de informações confidenciais em todos os dispositivos.

Onde quer que os dados estejam, em trânsito na rede, em repouso no armazenamento ou em uso, a DLP pode monitorá-los e reduzir significativamente o risco de perda de dados.

Ou seja, é uma solução capaz de agregar segurança aos dados, independentemente de qual dispositivo esteja sendo utilizado para acessá-los. Isso permite, dentre outras coisas, maior proteção em empresas que adotam uma estratégia de BYOD.

Como implementar uma solução DLP na sua empresa?

Agora que você já sabe por que sua empresa precisa de DLP, chegou a hora de descobrir como implementá-la.

O primeiro passo é reconhecer os riscos aos quais a sua organização está sujeita e identificar em quais deles a DLP pode ajudar. Depois, é preciso comprometer-se com uma iniciativa em toda a empresa, envolvendo pessoas, processos e tecnologia, para lidar com esses desafios de frente.

Em seguida, é necessário um bom planejamento, no qual seja definido claramente as etapas, tarefas, recursos e objetivos específicos para atingir suas metas de curto e longo prazo.

Além disso, para uma implementação de sucesso é necessário se atentar aos seguintes pontos:

  • Uma abordagem priorizada. Os dados confidenciais podem assumir várias formas e estar em qualquer lugar em uma organização. A implementação da DLP deve visar, primeiramente, os dados mais críticos.
  • Uma equipe de resposta a incidentes treinada. Funções, responsabilidades e procedimentos claramente definidos geram consistência e comprometimento organizacional e um índice de sucesso muito maior.
  • Educação dos funcionários. A visibilidade do comportamento dos funcionários permite treinamento focado nas principais áreas de risco, e a imposição em tempo real das políticas de proteção de dados da empresa.

Em muitos casos, é extremamente recomendável contar com os serviços de empresas especializadas em segurança da informação. Elas possuem conhecimento técnico, ferramentas apropriadas, procedimentos oportunos e equipes altamente treinadas para garantir a proteção que sua empresa precisa.

Agora que você já sabe mais sobre a importância da DLP, aproveite e conheça as 7 regras para evitar o vazamento de dados em sua empresa!

Tendências de cibersegurança

Tendências de cibersegurança: quais ameaças você precisa saber?

O mundo está cada vez mais conectado e as empresas estão, gradativamente, se tornando mais digitais. Nesse cenário, manter seus dados seguros é mais importante do que nunca. No entanto, à medida que a transformação digital avança, surgem também novas ameaças, cada vez mais sofisticadas. Logo, conhecer as tendências de cibersegurança é essencial para manter a sua operação protegida.

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Você já sabe quais são as principais ameaças com as quais a sua empresa precisará lidar neste ano? Continue a leitura para descobrir quais são as tendências de cibersegurança para 2020!

Novo foco dos ataques ransomware

O ransomware foi o grande vilão de 2019, com uma média de um ataque a cada 14 segundos. O Brasil, inclusive, é um dos principais alvos dos criminosos, figurando em segundo lugar no ranking mundial dessa modalidade de ataque.

Em 2020, o ransomware continuará a ser uma das grandes ameaças com as quais as empresas precisarão lidar. No entanto, agora esse tipo de ataque está se tornando muito mais objetivo.

Em vez de criptografar aleatoriamente todos os dados que puderem, os criminosos estão mirando dados comerciais de alto valor para, assim, aumentar a probabilidade de obter o resgate.

Phishing para dispositivos móveis

As empresas estão cada vez mais preparadas para lidar com os ataques de phishing. Vários mecanismos de cibersegurança ajudam a bloquear e-mails suspeitos e URLs maliciosos, protegendo o e-mail corporativo.

Por isso, os alvos preferidos para esse tipo de ataque em 2020 serão os dispositivos móveis.

Com o crescimento da adoção da nuvem, várias empresas têm permitido que os colaboradores utilizem seus dispositivos pessoais, como tablets e smartphones para acessar as aplicações e os dados corporativos.

Dessa forma, os criminosos encontraram novas vulnerabilidades e estão concentrando seus ataques em e-mails pessoais, redes sociais e outras plataformas de mensagens móveis. Por isso, a segurança BYOD deve ser parte integrante da estratégia de cibersegurança de toda empresa.

IoT no centro dos ataques

A adoção global da tecnologia 5G começará em 2020. Com isso, o uso de dispositivos IoT conectados irá acelerar drasticamente, aumentando enormemente a vulnerabilidade das redes a ataques cibernéticos de 5ª geração e multi-vetor em larga escala.

Os dispositivos IoT e suas conexões com redes e nuvens ainda são um elo fraco na segurança. O problema se torna ainda maior quando se imagina que haverá um volume crescente de dados pessoais sendo coletados e transmitidos por meio dessa tecnologia.

Logo, as empresas precisam, além do risco da perda de dados, precisam se preocupar também com a cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Para isso, é preciso uma abordagem mais holística da segurança da Internet das Coisas, combinando controles tradicionais e novas tecnologias para proteger essas redes sempre crescentes em todos os setores da indústria e de negócios.

Inteligência Artificial utilizada a serviço dos cibercriminosos

A inteligência artificial já está em toda parte, e é provável que a vejamos ainda mais em 2020. Não apenas está em soluções que visam a simplificar a execução de tarefas no dia a dia, mas também usada a serviço de cibercriminosos.

Embora atualmente essa tecnologia esteja sendo usada para prevenir ataques, ela também pode ser “treinada” para enganar essas mesmas táticas de defesa.

Enquanto os sistemas de IA estão programados para se tornarem mais avançados e complexos em 2020, o mesmo ocorrerá com tentativas de e-mail de phishing e ataques DDoS.

Felizmente, quanto mais soluções de IA e algoritmos de segurança de aprendizado profundo estiverem disponíveis, maiores serão as chances de evitar incidentes de cibersegurança.

Ataques de hardware e firmware estão de volta

Existem preocupações crescentes sobre vulnerabilidades de hardware. Nos últimos anos, falou-se muito em Spectre e Meltdown, parte de uma família de vulnerabilidades que afeta quase todos os chips de computadores fabricados nos últimos 20 anos.

Nenhum ataque sério ocorreu ainda. No entanto, especialistas em segurança estão preocupados com o pode acontecer se um hacker for capaz de explorar essas fraquezas no hardware e no firmware.

O fator humano como risco à cibersegurança

As ameaças internas continuam sendo uma das principais vulnerabilidades de cibersegurança. O elemento humano é o elo mais fraco e complicado para garantir a proteção de dados e, cada vez mais, as empresas precisam adotar abordagens inteligentes para contornar esse risco.

Isso envolve diversos fatores, tais como treinamento adequado para identificar ameaças e conscientização sobre a importância da segurança da informação. Além disso, é essencial contar com ferramentas adequadas, como uma solução de Data Loss Prevention (DLP), uma solução eficaz para lidar com usuários descuidados e também com aqueles mal intencionados.

O que fazer diante das tendências de cibersegurança?

Em 2020, as empresas precisarão lidar com ameaças cada vez mais sofisticadas. Por isso, além de utilizar ferramentas eficazes para proteger os dados, é preciso trabalhar para fechar todas as possíveis brechas de segurança para evitar incidentes.

Nesse sentido, é essencial investir em gestão de vulnerabilidades, a fim de identificar os riscos e implementar as medidas necessárias para alcançar a cibersegurança e atender aos requisitos regulatórios.

Agora você já sabe quais as tendências de cibersegurança você precisa ficar de olho nesse ano de 2020. Que tal aproveitar para conhecer a posição do Brasil no ranking mundial de ataques cibernéticos? Clique aqui e boa leitura!

CVSS

CVSS: entenda o que é e como é calculado

O Common Vulnerability Scoring System (CVSS) é uma maneira de atribuir classificações de gravidade às vulnerabilidades da sua empresa, variando de zero (menos grave) a 10 (mais grave). O CVSS é valioso por três razões principais:

  • Ele fornece uma pontuação de vulnerabilidade padronizada em todo o setor, ajudando as informações críticas a fluir com mais eficiência entre as seções dentro de uma organização e entre organizações;
  • A fórmula para determinar a pontuação é pública e distribuída gratuitamente, assim, proporcionando transparência;
  • Ajuda a priorizar o risco — as classificações CVSS fornecem uma pontuação geral e métricas mais específicas.

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ataques ciberneticos

Ataques cibernéticos: qual é a posição do Brasil no ranking mundial?

Desde o início do século XXI, o crescimento exponencial do número de usuários na web e criações de novas ferramentas revolucionou a forma como as pessoas vivem, agem e muito, provavelmente, pensam.

Assim, com benefícios cada vez maiores, a presença no cenário digital trouxe não somente facilidade e agilidade para a vida dos usuários, mas traçou um novo perfil comportamental. Ou seja, com ferramentas capazes de ler, analisar e até mesmo prever padrões de comportamento, sugerir tópicos e assuntos interessantes, etc.

O Brasil, atualmente, possui um número de dispositivos conectados à web maior que a própria população nacional, que gira em torno dos 210 milhões de habitantes. Dessa forma, separamos algumas curiosidades sobre a presença do Brasil no cenário digital e seu posicionamento em relação à segurança de dados e ataques cibernéticos. Acompanhe:

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Compliance em TI: o que é e qual o papel da segurança da informação?

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O compliance em TI é como o primo esquecido da segurança da informação. Ele não recebe tanta atenção quanto as políticas e tecnologias de prevenção de violação de dados, mesmo que seja igualmente importante.

Eis o motivo: embora às vezes a tecnologia seja responsável por violações de segurança, o erro humano é um culpado muito mais frequente. A maioria das organizações possui regras e políticas de uso da tecnologia para evitar esses erros. Mas, sem compliance, elas significam muito pouco.

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Segurança da Informação x comportamento do usuário: como agir?

Enquanto as ferramentas de segurança tenham evoluído com o uso de Inteligência Artificial e outras tecnologias de última geração, seu princípio de funcionamento permanece o mesmo. Mas, como fica a segurança da informação no contexto de comportamento do usuário?

Os firewalls, por exemplo, analisam o conteúdo de pacotes e outros metadados, como endereços IP, para detectar e impedir que invasores consigam entrar no sistema. E o software antivírus está constantemente examinando os sistemas de arquivos em busca de malware. Assim, procurando por bits de código e outros sinais de que um arquivo está infectado.

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8 práticas para garantir a segurança da informação na saúde

A tecnologia está revolucionando a maneira como os dados na saúde são entendidos e entregues. Por exemplo, a Inteligência Artificial (IA) está transformando a interação entre dispositivos e médicos com ferramentas emergentes e de segurança da informação. Ou seja, agora, elas os ajudam a identificar, priorizar e tratar condições com maior precisão e eficácia.

Esses avanços na tecnologia da área de saúde, no entanto, introduzem novas questões e condições no campo da segurança da informação. Assim, elas são trazidas pelo aumento do número de dispositivos médicos conectados e pela grande quantidade de dados produzidos e consumidos.

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Gestão inteligente de dados: como conduzir de forma estratégica e assertiva?

A gestão inteligente de dados cresceu em importância nos últimos anos. Isso porque todas as empresas, independente de seu tamanho, vêm enfrentando grande aumento na produção e coleta de informações. Ou seja, que são utilizados em suas estratégias de negócio. Soma-se a isso as recentes regulamentações de conformidade, como a LGPD, que torna imperativo a adoção de diversos procedimentos para garantir a segurança da informação.

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LGPD

LGPD: soluções de SI para sua empresa estar em conformidade

A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, requer uma abordagem abrangente para segurança da informação, conformidade, governança e risco. Embora as ferramentas de segurança sejam apenas uma peça do quebra-cabeça da conformidade com a nova regulação, elas são um aspecto importante na proteção da privacidade dos dados do consumidor.

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Confira abaixo oito ferramentas de segurança essenciais para manter a conformidade com a LGPD:

1. Descoberta e classificação de dados

A LGPD abrange tudo sobre privacidade e proteção de dados. Mas, para proteger a privacidade dos titulares de dados da UE, você precisa saber quais tipos de dados você mantém na organização.

Assim, uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados o ajudará a encontrar as informações que você possui e a classificá-las por risco.

Você pode ter dados que são altamente sensíveis e podem ser de alto risco se forem vazados ou roubados.

Os dados pessoais confidenciais podem incluir:

  • Campos financeiros (salário, saldo);
  • Números de cartão de crédito;
  • Números de CPF / ID;
  • Datas de nascimento;
  • Raça, gênero e idade;
  • Telefones;
  • Endereço;
  • Nomes.

Além disso, ​você pode ter muitos dados que não contêm dados pessoais.Da mesma forma, dados não sensíveis podem ser usados ​​como alavancagem por hackers para obter acesso aos dados confidenciais.

Assim, sob a LGPD é essencial ter uma ferramenta de descoberta ou mapeamento de dados para classificar seus dados em alto, médio e baixo risco.

2. Criptografia ou mascaramento de dados

A criptografia codifica todos os dados para que sejam acessados ​​apenas por um usuário autorizado, que conhece a chave criptográfica criada especificamente para acesso.

Dessa forma, ao armazenar dados confidenciais em um banco de dados, como detalhes de cartão de crédito ou dados pessoais, muitas organizações estão optando pela criptografia.

Os dados podem ser criptografados quando em trânsito ou em uso. Por exemplo, os dados de pagamento processados ​​por comerciantes on-line costumam ser criptografados em trânsito usando o Secure Socket Layers (SSL) para proteger as informações pessoais de um comprador.

A criptografia torna muito mais difícil para os hackers fazerem qualquer conexão entre dados e seu assunto. Além disso, se você usar criptografia para proteger os dados e encontrar uma violação de dados. Ou seja, as autoridades reguladoras podem não ver a violação como uma falha completa de conformidade com a LGPD.

3. Gerenciamento de incidentes e eventos de segurança (SIEM)

Nos termos da LGPD, controladores e processadores de dados devem manter um registro de todas as atividades de processamento. Dessa forma, uma ferramenta SIEM pode ajudar a atender a esse requisito coletando dados e registrando as atividades. Assim, a ferramenta SIEM agrega dados de log de sistemas, redes e aplicativos e permite que uma organização os correlacione com atividades maliciosas.

Muitas ferramentas SIEM podem ser alinhadas aos requisitos da LGPD e às suas políticas de segurança. Ou seja, um painel pode ser criado para analistas de segurança revisarem e monitorarem a atividade.

Além disso, uma equipe de segurança também usa os logs do SIEM para identificar padrões, detectar comportamentos maliciosos e criar alertas acionáveis ​​sobre incidentes de segurança para sua organização.

4. Gerenciamento de vulnerabilidades e conformidade na LGPD

Segundo relatos recentes, 43% das pequenas organizações da América Latina sofreram uma violação de dados em 2019. Assim, com as iminentes penalidades da LGPD por violações de dados, fica claro que o gerenciamento de vulnerabilidades deve ser uma parte essencial de suas operações comerciais.

As ferramentas de gerenciamento e análise de vulnerabilidades analisam sua rede em busca de grandes vulnerabilidades e criam um plano de ação e um roteiro para corrigir falhas na rede, aplicativos e dados.

Essas ferramentas de segurança também ajudam a alinhar suas políticas de segurança da informação com regulamentos conhecidos do setor, como PCI-DSS. Elas também ajudam a saber que tipos de vulnerabilidades estão impedindo que você atenda a elas.

5. Segurança de endpoint de última geração

Os endpoints, como laptops, desktops e estações de trabalho, representam a maior porcentagem de infecções por malware e ransomware. Os funcionários costumam ser induzidos a abrir anexos maliciosos de esquemas de phishing. Consequentemente, abrindo as portas para que os hackers se infiltrem no seu ambiente.

As EPP (Endpoint Protection Platforms) vão um passo além das soluções antivírus tradicionais com aprendizado de máquina avançado para evitar malware, ransomware e até explorações e ataques de dia zero.

A EPP também pode aprender o comportamento dos pontos de extremidade da sua organização.  E ainda identificar qualquer comportamento malicioso sem consultar o banco de dados de assinaturas de antivírus.

6. Prevenção de perda de dados

A perda de dados pode ocorrer de várias maneiras para as organizações. Os dados podem ser filtrados por hackers, mas também por funcionários atuais e antigos que roubam dados.

As ferramentas de prevenção contra perda de dados (DLP) ajudam a proteger sua organização contra dados confidenciais roubados. Como a criptografia, as ferramentas DLP protegem seus dados confidenciais quando estão em trânsito, em uso e em repouso.

O mascaramento de dados é outra ferramenta importante a ser considerada na LGPS. Ele mascara dados confidenciais de pessoas que têm acesso autorizado.Ou seja, fornecendo ao usuário dados fictícios, mas realistas. Os usuários podem concluir um trabalho crítico, mas os dados confidenciais são cobertos com outras informações.

7. Automação e orquestração de segurança

A falta de recursos de segurança e uma lacuna de talentos em segurança cibernética aumentam a necessidade de automação e orquestração de segurança. As duas ferramentas de segurança permitem que sua organização crie eficiências. Dessa forma, aproveitando modelos e práticas recomendadas. Em suma, esses modelos foram projetados para combinar suas políticas de segurança com a conformidade com a LGPD.

Por exemplo, se você tiver funcionários manipulando dados pessoais de titulares de dados, poderá aplicar uma regra de automação de segurança. Do mesmo modo, para verificar se as políticas de segurança nos dispositivos de trabalho dos funcionários estão configuradas corretamente.

Da mesma forma, talvez você tenha um banco de dados com dados pessoais de titulares de dados e pode executar uma regra de automação que verifique as definições de configuração do banco de dados.

Esses são apenas alguns dos vários fluxos de trabalho de automação que podem otimizar sua conformidade com a LGPD.

8. Resposta a incidentes e gerenciamento de casos

As organizações implementaram alguma forma de uma estrutura de segurança cibernética que inclui as funções de ‘proteger, detectar, responder e recuperar’. As funções de resposta e recuperação são essenciais para a conformidade com a LGPD devido aos requisitos de notificação de violação. Definitivamente, as organizações devem relatar dados violação que afeta negativamente o titular dos dados em 72 horas.

Logo, torna-se extremamente importante para qualquer organização ter um plano de resposta a incidentes bem documentado e atualizado e uma ferramenta de gerenciamento de caso.

Em suma, a resposta aos incidentes e o gerenciamento de casos ajudam a registrar continuamente qualquer atividade mal-intencionada. Ou seja, que ocorre na sua rede e a criar uma visualização dos ataques cibernéticos do início ao fim.

Assim, quando você precisar denunciar uma violação às autoridades responsáveis, é melhor que você tenha um plano sistemático. Pois, ele poderá explicar exatamente o que aconteceu e como será abordado no futuro.

O desafio: por que contar com uma consultoria?

A data da promulgação da LGPD está chegando, em agosto de 2020. Você poderia tentar adquirir todas essas soluções para ajudar a atender à conformidade com a nova lei agora, mas ainda assim precisaria integrar sua equipe e processos para efetivamente usar essas ferramentas de segurança. Isso pode levar tempo e ser uma barreira significativa para atender adequadamente a todos os requisitos da LGPD.

Um provedor de serviços de segurança gerenciado, que ofereça consultoria sobre as soluções de segurança para sua empresa estar em conformidade pode ajudá-lo a atender rápida e efetivamente aos requisitos da LGPD. Isso é essencial para evitar as altas multas e impactos à imagem da empresa que uma violação à lei pode causar.

As organizações devem considerar um provedor de segurança que ofereça a experiência de trabalhar com essas ferramentas diariamente em uma variedade de verticais e cenários de clientes.

Por isso, entre em contato com a AllEasy e converse com um dos nossos consultores agora mesmo! Veja como podemos ajudá-lo a garantir a conformidade com os novos requisitos e evitar multas.